O mundo ainda tá aberto! 2026 como tempo de escolha.
Entramos em 2026 sem garantias claras do que virá pela frente. Não há mapas seguros nem promessas tranquilizadoras. O mundo, que parecia caminhar para algum tipo de estabilidade mínima, voltou a se mover de forma errática. As coisas seguem acontecendo, às vezes rápido demais, outras de modo quase invisível, mas sempre exigindo de nós algum tipo de posicionamento. O que antes parecia absurdo passou a ser administrável. A crise deixou de ser exceção e virou parte do cotidiano. É tempo, portanto, de escolha. Não no sentido grandioso das palavras de ordem, mas na dimensão concreta da vida: como seguimos organizando o trabalho, o cuidado, a política, o aprendizado. As escolhas já não se apresentam como caminhos claros; aparecem como desvios possíveis em meio a um terreno instável. Escolher, hoje, é mais próximo de assumir riscos do que de seguir certezas. A tecnologia segue avançando, mas de forma desigual. Produz conforto para alguns, precariedade para muitos, dependência para quase todo...