31 de jan de 2011

Cuidado com o meio ambiente conquistando corações e mentes

Com uma dinâmica agradável, em um ambiente que por si só abre nossos corações e mentes para dialogar, refletir, aprender, re-amar e reviver o espaço em que habitamos, a secretária de meio ambiente do governo popular de Suzano blindou um conjunto de trabalhador@s do serviço público com um dia repleto de novas descobertas.

Foi uma atividade de partilha e construção coletiva de  conhecimentos com o objetivo de organizar, no espaço da administração pública municipal, a Comissão Intersetorial de Educação Ambiental - CISEA.

Cravando o mandamento:  meio ambiente bom e saudável é o "lugar onde as pessoas vivem felizes", a diretora de meio ambiente, Maria Henriqueta de Andrade abriu o seminário, junto ao grupo de trabalhadores e trabalhadoras, apresentando o conjunto de estratégias e ações que podem ser desenvolvidads no âmbito do município para que possamos ter uma comunidade "ecossocialmente saudável". 

Foi um dia intenso de diálogos e aprofundamentos. A dinâmica participativa acompanhada de paineis, vídeos e um momento de caminhada nas trilhas do Parque das Neblinas, na divisa  da cidade de Mogi das Cruzes e o município de Bertioga, permitiu criar e fortalecer um caldo de cultura entre os participantes que podem, voltar agora para seu local de trabalho e, contribuir para a implementação, gradativa, porém efetiva da política de meio ambiente para a cidade de Suzano.

Mais um grande passo doi dado pelos incansáveis militantes ambientalistas na criação de uma nova conciência em torno do lugar em que vivemos.

Foi uma alegria poder ter estado lá......

30 de jan de 2011

Deportação arbitrária de brasileira pelas autoridades espanholas

Pessoal, segue relato de Denise Severo, brasileira que sofreu deportação injusta a partir da Espanha. Não podemos aceitar este tipo de coisa. Segundo a própria Denise, mexeram com a pessoa errada, parece tudo uma novela, mas no que depender dela, esta novela está só começando...
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Querid@s amig@s e companheir@s

Acho que muitos de vocês sabiam que eu estava saindo de férias junto com minha amiga Gracinha para a Espanha.

Pois bem, planejamos tudo, compramos passagem, reservamos hotel e tudo mais. Porém, fomos em vôos separados. Depois de 15 horas de viagem EU fui INJUSTAMENTE DEPORTADA pela imigração da Espanha! Fiquei 15 horas PRESA numa sala da polícia federal sendo tratada como criminosa! Sem direito à telefonema, sem nenhuma informação sobre os motivos pelo qual estava detida e somente depois de 7 horas tive contato com um advogado e uma tradutora.

Fui revistada fisicamente e revistaram e retiveram minha bolsa e minha bagagem de mão, tudo isso antes de ter um advogado. Eles arbitrariamente decidiram que eu não entraria naquele país e fizeram de tudo para arranjar algo para me deportar. Eu tinha todos os documentos que comprovavam que eu tinha dinheiro de sobra para a quantidade de dias que iria ficar, tinha carta do Ministério da Cultura que comprovava que eu trabalho para um projeto do governo brasileiro, seguro viagem pago, reserva de hotel no nome da Gracinha (iríamos dividir um quarto, por isso constava só o nome dela), passagem de volta e até a escritura da minha casa própria em Florianópolis! Primeiramente eles alegaram que meu cartão Travelmoney do Banco do Brasil não tinha valor nenhum pra eles porque não constava meu nome (o Banco do Brasil não imprime nome neste cartão, é política do banco). Só que eu tinha todos os extratos assinados pelo Banco do Brasil que comprovavam a compra de euros!!!! Mesmo assim eles disseram que não valia e me prenderam na sala. A assistente social da Polícia Federal só fazia era VENDER cartão telefônico para aqueles que quisessem ligar dos telefones públicos que havia nesta sala fechada. Então comprei ironicamente cartões da própria Polícia e liguei imediatamente pra Embaixada brasileira e pro Consulado do Brasil na Espanha. Eles foram ótimos! Mas disseram que infelizmente pouco poderiam fazer porque a Polícia é arbritária mesmo e até eles ficam de mãos atadas. Tudo que podiam fazer eles fizeram, que foi enviar um fax reiterando que eu tinha dinheiro, dizendo que meu cartão era válido e cobrando informações. Pois bem, depois de mais não sei quantas horas presa, eles admitiram que meu cartão era válido. Como não tinham mais argumento, cavocaram algum. Como a reserva do quarto duplo foi feita no nome da Gracinha, porque no site do hotel na internet pedia somente um nome, eles alegaram que eu não tinha reserva de hotel!!! A Polícia Federal mentiu na minha cara que haviam telefonado para o hotel e que o hotel havia dito que não havia nenhuma reserva no nome de Graça!!! Neste momento o advogado da própria Polícia que estava ali para me defender argumentou com a Polícia que havia reserva e telefonou do seu celular no viva voz novamente para o Hotel que confirmou que Graça já estava inclusive hospedada!!!  Sabem o que a Polícia disse diante deste telefonema em viva voz????? Disse que não valia nada para eles aquele telefonema, que eles já haviam telefonado e decidido pela minha deportação!!!!

Ou seja, eles realmente queriam arbitrariamente me deportar e ponto final!!! Disseram que eu seria deportada no vôo da meia noite e vinte e me prenderam novamente na sala. E para completar o absurdo fui levada para o avião escoltada como criminosa em carro blindado de polícia até dentro do avião. Meu passaporte foi entregue à tripulação e havia uma funcionária do aeroporto no Brasil me esperando com ele na mão para me escoltar até a imigração brasileira!!!!

Somente depois de passar na imigração brasileira tive meu passaporte devolvido! Mas não acabou....pois CARIMBARAM meu passaporte com um signo que provavelmente deve ser o de deportada, sendo que eu nem entrei no país!!! E para finalizar, é claro, que eles extraviaram a minha bagagem! Pois a Polícia não despachou minha mala!!!

Eles são arbitrários e preconceituosos mesmo! Não tem outra explicação e o próprio consulado disse isso pra mim! Havia cerca de 10 pessoas presas nesta situação e todas elas eram latinas e/ou negros da África!!!  Ou seja, é XENOFOBIA PURA!!!! Mas XENOFOBIA CONTRA LATINOS E NEGROS!!!! PURO PRECONCEITO!!!

Bem gente, é uma novela né....mas a novela só tá começando....porque eles escolheram a pessoa errada para isso!!! Vou recorrer ao Itamaraty, vou fazer uma queixa oficial na Embaixada da Espanha no Brasil, vou à Secretaria de Política para Mulheres e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, vou a todos os órgãos que puder para lutar contra esta arbitrariedade!!! Preciso de contatos da mídia para divulgar essa situação absurda!!!

Quero pedir a todos vocês que divulguem em todas as suas redes sociais e que façamos uma campanha CONTRA O TRATAMENTO QUE A ESPANHA DÁ AOS ESTRAGEIROS LATINOS E NEGROS!!!
Obrigada pelo apoio de tod@s

Grande Abraço
Denise Severo
Coordenadora Pedagógica do Projeto Vidas Paralelas
Pesquisadora Associada do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB

29 de jan de 2011

Governo aprimora modelo do Software Público

Software Público

Governo aprimora modelo do Software Público20/01/2011

A sociedade ganha hoje mais garantia para usar de forma continuada os programas disponíveis e que são baixados do Portal do Software Público Brasileiro. Essa é uma das novidades da Instrução Normativa (IN) no 1, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial e que institucionaliza o sistema. A medida também traz mais segurança para a manutenção e desenvolvimento de todo o processo que é realizado pela Administração Pública, como as políticas de registro e usabilidade dos softwares.

O portal, iniciativa pioneira no mundo, foi criado em 2007, inaugurando nova etapa para a expansão do software livre no Brasil. Trata-se de um modelo de licenciamento e gestão que compartilha de forma gratuita com qualquer cidadão os programas criados pelo Governo e a rede de parceiros, como empresas. “Este é um elemento estratégico para os projetos de governo eletrônico (e-Gov) e de inclusão digital”, diz a secretária Glória Guimarães.

Segundo a titular da SLTI, com este site o Executivo Federal se tornou protagonista no desenvolvimento de soluções e na liderança das comunidades do mundo digital, o que é reforçado agora com a IN. Entre as melhorias trazidas pela nova medida, para o cidadão, empresas e setor público, estão o aumento na quantidade de software que entrará no portal (antes era em média um por mês e agora será o dobro), menos burocratização para os donos dos programas originais na hora de colocar uma solução no portal (reduzindo pela metade o tempo que era de cerca de quatro meses), autenticação dos softwares, que ganhará licença pública de marca, e a obrigação e definição do papel de cada agente nas políticas de uso. Além disso, a SLTI passa a ter mais poder para dar garantia ao novo modelo, como o reconhecimento de direitos autorais dos programas.

Atualmente, o portal abriga 44 softwares públicos, como o Coletor Automático de Informações Computacionais (Cacic) que verifica diversas informações sobre hardware e software nos computadores, o Ginga (espécie de mediador de soluções para TV Digital Brasileira), além de sistemas de gestão para municípios e programas na área da saúde, educação, meio ambiente e gerenciamento de contratos. Já foram feitas ate agora mais de mil instalações desses softwares.

O cadastro já contabiliza mais de 100 mil usuários, entre os que utilizam o serviço e colaboradores que realizam modificações nas aplicações. De acordo com a SLTI, o portal tem sido uma grande ferramenta até para instituições de outros países, como Argentina, Portugal, Chile e Paraguai.

Fonte: Portal do Ministério do Planejamento

28 de jan de 2011

Há sempre vários caminhos

Há sempre vários caminhos,

em todos, varios passos,
dos passos, varios: modos,
velocidades, tamanhos.
Acompanhados ou não.

Segue aqui um pouco de Ghandhi,
de Tchê, de Doroty e Netinho,
Também de Jesus, o Cristo,
e de Jesus, o Paulo Rita,
seguem também um pouco do plebeu.
Nestes passos não queria estar só,
Queria estar contigo,

Aprender os modos,
calibrar a velocidade,
avançar com energia,
e aprender acompanhado,
não só de sonhos,
mas de toda nossa concretude.

O tempo voa,
não quero aqui cantar atoa,
viver então a dor
é o que nos abre caminhos,
para alguma esperânça.
Uma esperânça militante.

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Passos

"Primeiro eles o ignoram.
Depois, riem de você.
Chega um ponto em que lutam contra você.
Ate o dia em que você vence." Gandhi

Quando te ignoram:
o objetivo é te matar
ou não deixá-lo existir 
socialmente.
 
Quando riem de você:
o objetivo é te matar 
ou desmoralizar
tua existência.
 
Quando lutam contra você:
o objetivo é te mata
ou superar 
tua existência.
 
Quando você vence:  
aaah! Quando você vence...! 
aí eles não perdoam;
Se matam, 
se morrem, 
se estrepam, 
se catam, 
não se beijam. 
 
(rosenil) 

27 de jan de 2011

Sete prefeitos e um destino

A estratégia política de Alkmim abre caminhos para a República Popular de São Paulo avançar e fortalecer o Brasil

A estratégia política de Alckmin (quem ganha é a população porque no processo o PSDB perde)

Do Valor
PSDB mira em reduto petista em São Paulo 
Cristiane Agostine e Ana Paula Grabois | De São Paulo26/01/2011
De olho nas eleições municipais de 2012, o PSDB busca expandir seus domínios para o cinturão vermelho paulista, área que concentra prefeituras do PT na região metropolitana. Por meio da recém-criada Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) pretende reforçar investimentos nas áreas de transporte, saneamento e habitação. A estratégia do governo estadual é aproximar-se de prefeituras petistas e ganhar visibilidade em redutos do partido rival, com projetos como o Bilhete Único e obras para conter enchentes.

O secretário da nova Pasta, Edson Aparecido, já procurou os prefeitos petistas das maiores cidades da região, como São Bernardo, Diadema, Osasco, Guarulhos e Mauá. Nos próximos dias, Aparecido pretende reunir todos os prefeitos da região metropolitana para discutir projetos conjuntos.

Tradicional reduto petista, o cinturão vermelho registrou um dos melhores resultados do PT em São Paulo. Na eleição de 2010, a presidente Dilma Rousseff venceu em 28 dos 39 municípios da região metropolitana. Juntas, essas cidades concentram 14, 4 milhões de eleitores, quase a metade do Estado (47,7%). Excluindo a capital, comandada por Gilberto Kassab (DEM), as demais cidades da região somam 6 milhões de eleitores. É um eleitorado maior que o de Estados do Norte ou Nordeste e corresponde ao número de eleitores de Pernambuco.
 
Alckmin sinaliza aos prefeitos dessas cidades uma relação mais próxima do que a mantida pelos governos anteriores. O prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT), reclama da falta de diálogo com outras gestões e diz que isso impediu que muitos projetos "saíssem do papel", como a construção de piscinões para evitar enchentes. "Os governos municipais fazem um esforço imenso para atender as demandas da população e o Estado sempre teve uma postura distante", alega Almeida.

Em seu terceiro mandato, o prefeito de Mauá, Oswaldo Dias, também petista, reforça a crítica à falta de proximidade de gestões estaduais anteriores com os municípios, em especial nas áreas de transporte coletivo, saúde e defesa civil. No entanto, Dias afirma que já foi procurado pelo governador Alckmin para tratar de problemas relacionados às fortes chuvas deste mês, que marcaram o município.

À frente da aproximação da gestão tucana com as prefeituras da região metropolitana está um dos maiores aliados políticos do governador dentro do PSDB. O secretário Edson Aparecido foi líder do governo Alckmin na gestão anterior e um dos principais articuladores da campanha presidencial do tucano em 2006. Aparecido tem bom trânsito com prefeitos e parlamentares de diferentes partidos.

O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), elogia a iniciativa do governo Alckmin. "Antes tarde do que nunca. É impensável fazer a gestão da região metropolitana de São Paulo sem um mecanismo de organização", afirma Marinho. O prefeito de São Bernardo já conversou por telefone com o secretário de Desenvolvimento Metropolitano. Segundo Marinho, o apoio à ações conjuntas de governos municipais e estadual é unânime entre os prefeitos. "Não há como resolver problemas de enchentes, transportes, violência e saúde sem uma coordenação da gestão", afirma.

Para o prefeito da cidade onde vive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto está acima das disputas partidárias no Estado. "É uma necessidade. Se formos pelo olhar político-partidário, se inviabiliza", diz Marinho, que defende um trabalho de coordenação do governo estadual também com o governo federal. "O PT não se intimida com isso [a entrada do PSDB em territórios petistas]. Temos tranquilidade sobre esse assunto", diz.

Prefeito de Osasco, o petista Emidio de Souza diz que a competição política deve ser deixada de lado. "Não podemos torcer pelo pior, melhor. É uma necessidade de São Paulo, temos problemas comuns. Nunca teremos prefeitos da região e governador do mesmo partido", afirma.

Para o prefeito de Diadema, Mário Reali, a aproximação dos municípios com o governo estadual deve estar vinculada à destinação de mais recursos para a região metropolitana. "O centro da discussão tem que ser o repasse de recursos. É o principal. Isso tem de constar no Orçamento. Os recursos podem vir das empresas estatais, como a CPTM [trens metropolitanos], o metrô e a CDHU [habitação]", analisa. "As demandas hoje são metropolitanas. Nas áreas de transporte, habitação. É preciso ter mais articulação."

A escolha dos projetos será feita em conjunto, na reunião a ser marcada entre Aparecido e os prefeitos. Entre as ações coordenadas, o secretário estadual destaca a ampliação do sistema de bilhete único no transporte de massa da capital para as cidades da região metropolitana. Também defende obras de saneamento para conter as enchentes, além de projetos nas áreas de segurança, saúde e educação.

Para o presidente estadual do PT, Edinho Silva, "a criação da secretaria [de Desenvolvimento Metropolitano] é importante, mas o que vai resolver é ter política para a região metropolitana, o que passa por políticas de transportes de massa e de desenvolvimento econômico para os bolsões de pobreza da região ou às cidades-dormitório", diz Edinho.

O governo estadual tenta aprovar na Assembleia Legislativa um projeto para formalizar a região metropolitana, com 39 municípios. A proposta foi enviada por Alckmin em sua gestão anterior e, se aprovada, poderá criar um fundo para o financiamento de empreendimentos em comum na região. Entre as propostas em debate na Assembleia está o depósito de recursos proporcionalmente à população por Estados e municípios.

A aproximação com as prefeituras pode render mais recursos ao governo estadual, comenta o prefeito de Suzano, Marcelo Candido (PT). "Os recursos que o governo federal enviar para obras de saneamento dos municípios serão administrados pela empresa do Estado. Com isso, o governo estadual também ganha. O mesmo acontecerá com obras de infraestrutura, como o Rodoanel", comenta o prefeito. Se houver mais obras em comum, diz Candido, aumentarão os repasses da União para o Estado. "A integração dos municípios é uma questão recorrente e o governo estadual nunca fez um programa estruturante para essas cidades", diz Candido. Como exemplo da dificuldade na integração com o governo estadual, o prefeito cita a elaboração de projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "O governo estadual apresentou grandes projetos, sem discuti-los com os prefeitos", reclama o prefeito de Suzano.

Além de tentar azeitar a relação com os municípios petistas, o governador Alckmin tem acenado também ao governo da presidente Dilma Rousseff, o que deve ajudá-lo na captação de recursos federais para investimentos no Estado. Em sua gestão anterior (2001-2006), o tucano não teve um bom entendimento com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ontem, em evento de aniversário da cidade de São Paulo, a presidente Dilma indicou que deve manter parcerias e investimentos com o governo Alckmin e com o prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM).

26 de jan de 2011

Millicent Gaika foi atada, estrangulada e estuprada


Millicent Gaika foi atada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no ano passado. Ativistas sul-africanas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent desperte mudanças. O seu apelo para o Ministro da Justiça repercutiu tanto que conquistou 140.000 assinaturas, forçando o ministro a responder ao caso em rede nacional.

Se muitos de nós aderirem, conseguiremos amplificar esta campanha, ajudando a conquistar ações governamentais urgentes para acabar com o "estupro corretivo". Vamos demandar que o Presidente Zuma e o Ministro da Justiça condenem publicamente o "estupro corretivo", criminalizem crimes de preconceito e liderem uma guinada crucial contra o estupro e homofobia no país. Assine a petição agora e divulgue.

 Assine petição

Zé Eduardo jornalista / Locutor: atual desde a década passada

BIG BROTHER BRASIL

Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,residente em Salvador.


Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.


Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

FIM

Salvador, 16 de janeiro de 2010.

Grande abraço

Zé Eduardo
jornalista / Locutor
twitter.com/ZeEduardu
Acesse e ouça na internet: radiocantareira.org - a voz do povo na internet
Conheça também a radioweb Os Alquimistas acesse: quimicosp.org.br

25 de jan de 2011

Geogebra: professor Luiz de Aquino

O curso de geogebra nos dá acesso a uma ferramenta de tecnologia que facilitará o aprendizado e o ensino de matemática.

21 de jan de 2011

A potência do computador central da Campus Party

Rafael Maia
Direto de São Paulo
Mesmo não entendendo muito de dados técnicos, quem vai à Campus party, o maior evento geek do planeta, que reúne mais de 6,5 mil campuseiros, deve imaginar o tamanho da potência do computador central que mantém a internet e os sistemas de comunicação ligados 24h por sete dias nos 240 mil m² do Centro de Exposições Imigrantes.

Para Ari Falarini, diretor-executivo de redes da Telefônica,  é inimaginável o que a máquina central, que custou mais de R$ 1 milhão, é capaz de fazer.

Feita com peças de fabricantes nacionais, Falarini fez questão de salientar que, embora o jargão chame o sistema de "computador", trata-se de "uma máquina de transmissão de informação ligada a um super-roteador". A máquina, que fica no OVNI, o coração e o cérebro de todo o encontro, é o local para onde todos os mais de 6 mil pontos de conexão convergem.

Da máquina, partem dois links com 10 Gbps. "Para se ter uma ideia, é como se você pegasse duas cidades de 10 mil habitantes, desse a cada um deles uma internet de 1 Mbps sem que uma pudesse interferir na outra", afirmou Falarini. Segundo ele, a máquina, que funciona por um sistema de luzes coloridas em fibra óptica, é a primeira implantanda em um evento não-particular em todo o mundo.

Falarini ressaltou ainda que a única limitação está nos computadores dos próprios campuseiros, que não estão preparados para receber a potência fornecida. "A maior parte dos computadores têm placas de 10 a 100 Mbps. Nós estamos oferecendo muito mais do que isso", afirmou.

Campus Party Brasil 2011

Nascida na Europa, em 1997, a Campus Party é um dos maiores eventos de tecnologia, entretenimento e cultura digital do mundo que, em 2011, chega a sua quarta edição brasileira. Além do Brasil, são tradicionais os encontros realizados na Espanha, na Colômbia e no México. A Campus Party Brasil acontece de 17 a 23 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Para este ano, são esperados mais de 6,8 mil participantes - ou campuseiros - sendo que dentre esses, mais de 4,5 mil ficam acampados no local. Além de atividades como oficinas e exposições, a Campus Party Brasil 2011 terá inúmeras palestras. Entre os confirmados, estão o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, Tim Berners-Lee, pai da "WWW", e Jon Maddog Hall, presidente da Linux International, e muitos outros.

18 de jan de 2011

Daqui pra frente, tudo, vai ser diferente: percepção do otimismo.

2010 promete ser mais uma etapa de nossa existência recheada de grandes transformações. Quem por aqui estiver, em dezembro poderá testemunhar. A velocidade com que formos dando respostas novas para velhos desafios, será o grande elemento harmonizador destas mudanças.

Isto exige que estejamos antenados naquilo que está sob nossa área de influencia e de ação. O maior ganho que teremos nesta etapa é a capacidade em agir coletivamente. Cada vez mais as pessoas estão preparadas para sua autogestão e aprofundamento daquilo que chamamos "se vira".

Não existe mais, para a grande maioria nenhum impedimento para que novas experiências e novos desafios sejam enfrentados. Com a mudança rápida do mundo do trabalho, com o aparecimento em rítimo de uma bateria de escola de samba, das novas tecnologias, principalmente as da informação. A capacidade de operar organizado e em sintonia no conjunto maior das comunidades é o novo cenário que se anuncia.

De certo modo estamos começando a viver, com novas técnicas, pincéis, telas, máquinas, conhecimentos e vocações a grande revolução romântica dos finais do século XVIII. Onde a busca frenética do significado da vida se colocou como grande motor para o desabrochar da psicologia, sociologia, nova economia e criou as bases para o atual estágio de globalização que vivemos.

Duas são as diferenças básicas para os termos atuais: primeiro, hoje temos a capacidade de ditar, apesar de exigir esforço gigantesco, mas temos a capacidade de ditar as diretrizes, os valores e o modo como se deve prosseguir o movimento global. Descobrir quem é este novo sujeito organizador das relações é o "pulo do gato" que nossa geração vai experimentar em loco nos próximos meses.

A segunda, com relação aos românticos, dando nos uma vantagem quase infinita sobre a realidade que viviam à época, é termos herdado toda a capacidade e a genialidade do modo como enfrentaram seus problemas éticos, políticos e o grandes momentos de angustia e melancolia, que apesar de permanecerem, podem, hoje, serem vistos e vividos a partir de uma perspectiva privilegiada da história e do movimento humano.

Nada será como dantes.....  vários poetas já disseram.... chegou a hora....

PS:
Não pensem que estou doido. É isto mesmo.....

16 de jan de 2011

Homenagem a Dian Fossey: um espírito militante. Rebelde e Irreverente

Hoje, se estivesse entre nós, estaria completando, nesta data, 16/jan, 79 anos. Cientista por natureza, tornou-se referência mundial no estudo de zoologia, principalmente dos primatas, ordem dos mamíferos da qual nós, também fazemos parte.

Sua morte prematura (26dez1985) tem origem em sua atitude intransigente na defesa da vida dos gorilas na região do Zaire (atual República Federativa do Congo) e Ruanda, onde abriu o centro de Pesquisa Karisoke, seu assassino até hoje não foi descoberto. Mas o espírito covarde que provocou sua morte, é por todos nós conhecido.

Trata-se do mesmo espírito que provocou a morte de Dorothy, Tche, Zumbi, Martin King, Netinho e muitos outros de nós.

Seu legado se mantém vivo em várias organizações e sociedades dedicadas a salvar da extinção um de nossos parentes primatas mais próximo.

Graças ao trabalho de Fossey, a consciência do mundo para com a extinção do gorila-das-montanhas aumentou, e os animais são protegidos agora pelo governo ruandês e várias organizações de conservação internacionais, inclusive o Dian Fossey Gorilla Capital.

Há um filme, Gorillas in the Mist (Nas montanhas dos Gorilas - Brasil), de  Michael Apted, com Sigourney Weaver, que retrata a história e a vida de Dian Fossey, mulher empenhada e lutadora, que nunca desistiu do seu sonho e que foi o causador da sua morte!

14 de jan de 2011

Regularização fundiária: problema velho, tragédias sempre novas.

A regularização fundiária, organização legal da utilização do território de uma nação, continua, em nosso século, sendo um grande desafio. A sociedade moderna se urbanizou, criou grandes conglomerados de gente e de cultura. Chamamos a isto de cidades, vilas, metrópoles, regiões urbanas, etc... porém o problema da "legalização" do uso e ocupação do território, existe desde os tempos das comunidades rurais, e continua. Muda apenas a face de seus problemas.

A origem e a permanência da situação social de ocupação irregular do território se dá, e sempre se deu, pela "ausência da presença do Estado" - desculpe o jogo de palavras - enquanto Ente garantidor da justiça, da cidadania e de direitos para o conjunto dos seres humanos que formam a Nação.

A ocupação do território, antes da criação do modelo de Estado Burguês, sempre se deu pela capacidade das comunidades em acumular forças para permanecer em seu espaço. Porém, a histórica e tradicional postura destas próprias comunidades, muitas delas complexas em sua formação, tornando-se hegemônicas cultural, militar e politicamente, utilizaram-se dos artifícios beligerantes e bélicos para ampliar suas capacidades de permanência e ampliação de acesso a outros territórios, gerando conflitos de grande magnitude.

O último grande conflito humano nesta linha de ampliar ocupações, se deu na II grande guerra, na década de 1940, época que o modelo de Estado Burguês fazia seu segundo centenário. De lá para cá, conflitos bélicos para permanência e/ou ocupação de espaços e territórios, continuam, de modo mais localizados, mas continuam.

E possuem dimensões universais. Não podemos deixar de perceber que conflitos entre as Coréias, no oriente médio - com destaque para Palestina e Israel, Irã e Iraque e os conflitos do Golfo - e na África, envolvendo exércitos e forças institucionais, são e devem ser preocupação de toda a humanidade.

Mas existem conflitos que são mais silenciosos, sorrateiros e permanentes nas relações de uso, ocupação, permanência e ampliação de apropriação de territórios, que influenciam, por "ausência da presença do Estado", de modo muito negativo, violentando de maneira eficaz, a cidadania, a justiça, o direito e a vida.

O acúmulo desta situação, muita vezes imperceptível para uma grande maioria, pois as pessoas tendem a conviver, pela natureza do problema e das soluções das questões fundiárias serem sempre de longo prazo, de modo natural com os problemas. Situações de favelamento de conglomerados, deterioração de centros urbanos, ocupação de áreas de mananciais, latifúndios, especulação indiscriminada da terra, parecem como que, tudo isto, fizesse parte da paisagem urbana e rural moderna.

Mas este velho problema, pelas sua natureza central no processo de formação da comunidade humana, não tolera esta negligência. Tempos em tempos, como se fosse uma panela de pressão, ele, que nuca desapareceu, parece reaparecer com uma força e uma dimensão assustadora.

Dois momentos recentes, ambos no Rio de Janeiro, são determinantes para sustentação desta nossa percepção e análise: a ocupação pelos morros do entorno da malha urbana central da cidade do Rio pelo tráfico de drogas e agora, esta tragédia nas cidades de Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Rio Preto, na região serrana do estado.

Fica claro para todos que trata-se, não obstante o caso da tragédia da região serrana acumular também aspectos naturais de uma realidade, hoje vivemos o acúmulo de problemas que tem sua origem na ocupação irregular do território.

Para que não seja em vão a perda de tantas vidas, preciosas e insubstituíveis para todos, e principalmente para os entes mais próximos, devemos criar as condições políticas para enfrentar os problemas em sua origem e amplitude: o que aconteceu no Rio poderá continuar acontecendo em muitos outros lugares de nosso país e no mundo. A existência de latifúndios, a especulação imobiliária, o favelamento de áreas importantes das cidades, a deterioração de antigos centros urbanos e a ocupação de áreas de mananciais são as realidades que devem ser enfrentadas.

Os instrumentos para enfrentar tudo isto já foram inventados: são as políticas públicas que teoricamente já desenvolvemos. Contudo, a correlação de forças no âmbito da organização política para enfrentar esta situação devem ainda se dar. Tenho dúvidas se o modelo de Estado Burguês que temos atualmente seja capaz de implementá-lo.

Fico consternado quando temos na cidade de Suzano mais de 360 famílias tendo que ser cadastradas no sistema de defesa civil, pelo governo popular, enquanto o parlamento burguês local, a câmara municipal, teve a ousadia, a insensatez e a postura de impedir a construção de moradias ao lado da área da faculdade. Esta poderia ter sido mais uma etapa da solução deste problema que, pelo acúmulo, será possível resolver somente no longo prazo.

13 de jan de 2011

O militante público: um câncer da luta.

A ação militante de cada um de nós é o maior patrimônio que possui a humanidade. A natureza da militância, seja em qual área for, seja qual interesse que priorize, seja qual for o tempo em que se desenvolva traz em seu bojo esta dimensão de importância para nossa existência. É o elemento essencial da ação para garantir nossa evolução com transformação cultural capaz de garantir a justiça e a igualdade. Aprofundar o poder natural, que tem cada um de nós, em perceber no outro a dimensão transcendental de nossa própria humanidade.

Não sei você, mas, das experiências que pude viver até agora: as relações com as pessoas, é o lugar que mais me completo, para o bem ou para o mal, como gente, como homem e, lógico como militante.

Vivo alegrias e tristezas em outras relações: como a arte, a leitura, a música, o trabalho e seu resultado,  o consumo, a igreja, enfim.... mas é nas relações com as pessoas que aprofundam-se os sentimentos, a percepção, os entendimentos e conhecimentos.

Olhar o que fala o militante, o que este sente e observa é uma oportunidade impar para avançar com "um mais", sobre aquilo que podemos ainda não conhecer, não ter falado ou não ter percebido e conhecido.

Infelizmente, esta dimensão de militância não é presente na ação de todos. É comum encontrarmos, por exemplo, professores(as), médicos(as), agricultores(as), operários(as) que vivem, existem de modo comum, sem militância.

Agir enquanto militante é sobretudo uma atitude e um estado de espírito. Um profissional de saúde, quando é um militante, passa a ser uma pessoa que reconstrói a cada momento sua relação com o mundo em que vive: aprofunda sua relação com seu próprio trabalho. É capaz de fazer a ligação ampla e construir uma forte percepção, do impacto que sua atividade laboral alcança, além de sua própria vida, na vida do outro, no ambiente em que vive, e compromete-se de modo ativo e protagonista nas relações sociais, políticas econômicas e culturais de seu entorno.

Um miltante é sempre uma pessoa que vive de modo mais profundo sua humanidade.

Interessante que o germe de ação, aquilo que dá origem ao ente militante, é sempre de natureza privada, particular e individual: possui influência e orientação do coletivo e da sociedade em que vive, porém, o espírito militante só aflora a partir de uma decisão pessoal de cada um. Por isto privado.

Faço esta reflexão para entrar no predicado que dá nome a este artigo. Não podemos nos enganar sobre nossa natureza militante. É correto, que a indignação pode ser o primeiro sentimento que conduza alguém para a atividade militante. Contudo outros sentimentos, outras percepções também podem levar ao mesmo caminho.  Penso que a militância de Jesus Cristo se deu pelo amor. A de Ghandi e de Tchê pela indignação. A de Dorothy pela vocação religiosa.

Possuem em comum estas nossas referências: o despojamento. Não se apegam às coisas. Por conta disto é importante perceber que a atitude militante se dá lá no lugar onde você está, e , principalmente, alí, "onde você está sendo" e "seu espírito está se formando".


Não é possível achar que o militante é aquele que se coloca dentro de um partido político e dentro das instâncias oficiais de ação política, e pronto. Aquele que caminha conforme sopra o vento. Compromissado somente com sua vida e seus próprios interesses.

A atividade militante, é sim, pela sua própria constituição, de profundas dimensões políticas, porém vai além desta. Quando se estabelece, se dá na vida. Nos faz sofrer, muitas vezes, mas por outro lado, nos coloca em contato direto e extremamente profundo com o exercício de nossa liberdade.

Militância não é emprego. A militância pública... só pública.... sem pertença a uma base social... não existe... não é... confunde... atrapalha.... é um câncer da luta. Toda militância é de natureza privada, pessoal, individual e intransferível. Só a partir daí, se transforma em patrimônio de todos nós. Passa "a ser" em nosso tempo, e caminha pela história.

12 de jan de 2011

Apenas um verbo?

paradigma deduzido: vender (regular)

Formas Nominais:
Dian Fossey
  •   infinitivo: morrer
  •   gerúndio: morrendo
  •   particípio: morrido

    Presente do Indicativo
  •   eu morro
  •   tu morres
  •   ele morre
  •   nós morremos
  •   vós morreis
  •   eles morrem
    Imperfeito do Indicativo
  •   eu morria
  •   tu morrias
  •   ele morria
  •   nós morríamos
  •   vós morríeis
  •   eles morriam
Dorothy Stang
    Perfeito do Indicativo
  •   eu morri
  •   tu morreste
  •   ele morreu
  •   nós morremos
  •   vós morrestes
  •   eles morreram
    Mais-que-perfeito do Indicativo
  •   eu morrera
  •   tu morreras
  •   ele morrera
  •   nós morrêramos
  •   vós morrêreis
  •   eles morreram
    Futuro do Pretérito do Indicativo
  •   eu morreria
  •   tu morrerias
  •   ele morreria
  •   nós morreríamos
  •   vós morreríeis
  •   eles morreriam
Manoel Maria de Souza Neto
   Futuro do Presente do Indicativo
  •   eu morrerei
  •   tu morrerás
  •   ele morrerá
  •   nós morreremos
  •   vós morrereis
  •   eles morrerão
    Presente do Subjuntivo
  •   que eu morra
  •   que tu morras
  •   que ele morra
  •   que nós morramos
  •   que vós morrais
  •   que eles morram
Ernesto Che Guevara
    Imperfeito do Subjuntivo
  •   se eu morresse
  •   se tu morresses
  •   se ele morresse
  •   se nós morrêssemos
  •   se vós morrêsseis
  •   se eles morressem
   Futuro do Subjuntivo
  •   quando eu morrer
  •   quando tu morreres
  •   quando ele morrer
  •   quando nós morrermos
  •   quando vós morrerdes
  •   quando eles morrerem
    Imperativo Afirmativo
  •   morre tu
  •   morra ele
  •   morramos nós
  •   morrei vós
  •   morram eles
    Imperativo Negativo                                               Infinitivo Pessoal
  •   não morras tu                                                       por morrer eu
  •   não morra ele                                                       por morreres tu
  •   não morramos nós                                               por morrer ele
  •   não morrais vós                                                   por morrermos nós
  •   não morram eles                                                  por morrerdes vós                                                                                     por morrerem eles

    Passos

    "Primeiro eles o ignoram.
    Depois, riem de você.
    Chega um ponto em que 
    lutam contra você.
    Ate o dia em que você vence." Gandhi 
     
    Quando te ignoram:
    o objetivo é te matar
    ou não deixá-lo existir 
    socialmente.
     
    Quando riem de você:
    o objetivo é te matar 
    ou desmoralizar
    tua existência.
     
    Quando lutam contra você:
    o objetivo é te matar
    ou superar 
    tua existência.
     
    Quando você vence: 
    aaah! Quando você vence...! 
    aí eles não perdoam;
    Se matam, 
    se morrem, 
    se estrepam, 
    se catam, 
    não se beijam. 
     
    (rosenil) 
    
    

    7 de jan de 2011

    Saga maldita do Mogi News: a todo vapor (de novo????)

    escola municipal Jardim Santa Inês
    O ano é novo, a década é nova, o Brasil recomeça com novas perspectivas, há um otimismo nunca dantes visto em nossa história. A economia vai avançando, a liberdadede de imprensa, não obstante a falta de democracia no setor,  sendo exercitada ao máximo. Velhos problemas, como a miséria, sendo agora enfrentados com muito mais seriedade, eficiência e coordenação. Os aeroportos sobrecarregados com o avanço e o aumento do uso mais amplo deste meio de transporte pela sociedade brasileira: são cento e sessenta milhões de voos. Enfim o ano promete.... contudo algumas coisas parecem que não mudam.... e com certeza, nunca irão mudar. Como diz o Evangelho Cristão, arvore que não dá fruto........

    Falo da retomada da saga voraz do jornalismo predador e irresponsável do Jornal Mogi News, através de seu braço podre Diário do Alto Tietê, aqui na região, contra o governo popular de Suzano.

    Centro Cultural Jardim Colorado - OP2006
    Depois de algum período, que parecia ter diminuido um pouco sua saga voraz, que caminha entre a lama e a extorsão, este veículo desprezível de comunicação, volta, em sua linha editorial, retomar a postura de fazer insinuações, provocações e juizos de modo ilegítimo, iverídico, irreal, contrário ao papel social dos meios de comunicação e contra o direito das pessoas à informação correta, sobre o estado da arte de importantes políticas públicas em andamento na cidade. Desta feita sobre a área de defesa social e de modernização da cidade.

    Pelo bem da verdade, pela responsabilidade que cada um de nós temos e devemos ter com relação às coisas que são de todos, e a principal delas, é o olhar e o comprometimento com nossa cidade e nossas comunidades, faço aqui esta reflexão. Vai ajudar, com certeza, nosso conjunto urbano a implementar de modo mais abrangente as soluções para nossos problemas.

    Está posto que a política de segurânça e defesa social para ser eficiente deve ser tratada como direitos humanos e ser construida e implementada de modo integral e com foco principal a favor da vida e da paz. Foi-se o tempo do Estado "policialesco" com uma política de segurânça essencialmente patrimonialista, elitista e excludente. Novos conceitos são agora formulados e novas atitudes, na implementação da política, são perseguidas pelas forças progressistas de nossa sociedade e nosso país.

    Pavimentação Jardim Itamaracá
    A defesa social e a segurânça pública, enquanto polítca pública, para ser eficiente, deve estar integrada com a política de desenvolvimento urbano, de saúde pública, de educação, de esportes, de cultura e principlamente, de segurânça alimentar e de combate a fome.

    Colocada em prática a partir de janeiro de 2002 em todo o Brasil, através do Plano Nacional de Segurânça Pública, uma nova política de segurânça e defesa social vem sendo estabelecida nos territórios. Sabemos que temos anos a percorrer para garantir sua total implementação.
    Programa Arte na Rua - Galeria a Céu Aberto
    Com o advento do Governo Popular de Suzano, no território do município, ações essenciais vem sendo desenvolvidas e projetos implementados. Obstáculos, como a integração das forças de segurânça regionais precisam ainda ser superados, todavia o Governo Municipal criou uma Secretaria de Defesa Social e Prevenção a Violência, estabeleceu um plano de carreira para os trabalhadores, triplicou o efetivo, implementou política de formação e capacitação profissional para o setor. Estabeleceu um ambicioso plano de recuperação e reconstrução da cidade, através da implementação de infraestrutura em mais de 40 bairros da cidade. Estabeleceu e continua avançando em um programa de modernização do parque de iluminação pública de toda a malha urbana. Recuperou e continua avançando na infraestrutura do sistema de saúde e de educação. Enfim... desafios nunca dantes enfrentados, vem agora com muito zelo, cuidado, respeito pela coisa pública sendo desenvolvido....

    Daí, vem este jornalzinho descomprometido com a verdade, sem ética e sem zelo, dizer que a solução para segurânça pública no município é a colocação de câmeras nas ruas da área central do município.

    Só não vamos rir, porque a questão é muito grave.... mas este pessoal é realmente muito irresponsável e voraz.

    3 de jan de 2011

    A Filosofia da Matemática na Formação de Professores

    Blase Pascal

    " Será que a Educação do educador não se deve fazer mais pelo conhecimento de si próprio do que pelo conhecimento da disciplina que ensina?"

    Quando se faz uma análise da organização dos Ensinos Secundário e Superior verifica-se que a Filosofia e a Matemática são disciplinas que se situam em campos diferentes entre as quais existem barreiras e não se estabelecem pontos de contacto - o diálogo entre elas é praticamente inexistente. Esta organização reflecte-se, inevitavelmente, na importância que é atribuída à Filosofia da Matemática, em termos do processo que vai conduzir à formação dos professores.

    Mas será que sempre foi assim? Será que, ao longo dos tempos, a Matemática e a Filosofia sempre estiveram extremadas ou antes, pelo contrário, já viveram momentos de perfeita harmonia e complementaridade?
    Rene Descartes
        
    Foi-me dito no Secundário, onde me deparei pela primeira vez com a disciplina, que a Filosofia nasceu quando o Homem começou a ter pensamentos profundos que o inquietavam. Então começou a raciocinar, a reflectir e a descobrir os problemas do cosmos e da vida, assim como a procurar o sentido básico que estes poderiam ter. Podemos assim dizer que, inicialmente, a Filosofia era a ciência das ciências, que englobava as grandes áreas do saber.

    Assim, fui observando que, ao longo da História, o pensamento científico e o pensamento filosófico andaram frequentemente a par; e essa união é ainda mais sólida no caso da Matemática do que em qualquer outra ciência. Basta reflectir sobre os inúmeros exemplos de matemáticos-filósofos (ou vice-versa) - Descartes, Leibnitz ou Poincaré.
       
    Instala-se pois a certeza de que os problemas filosóficos são importantes. Eles foram desenvolvidos ao longo dos séculos e penetram a nossa cultura sob a forma de uma visão do mundo . Todos os campos científicos, e em particular o nosso, têm raízes profundas em pressupostos filosóficos. Mas o interesse em discutir temas de índole filosófica tem uma outra importância mais directa para o ensino e a aprendizagem da Matemática.

    Várias investigações têm apontado que a nossa filosofia pessoal e colectiva acerca da Matemática e do seu ensino influenciam de forma decisiva a forma como ensinamos e reflectem-se no modo como os nossos alunos aprendem Matemática. De acordo com Ponte (1992), os professores de Matemática são os responsáveis pela organização das experiências de aprendizagem dos alunos. Estão, pois, num lugar chave para influenciar as suas concepções.

    Segundo Hyde (1989), o que os professores fazem na sala de aula é função do que pensam sobre a Matemática e como sentem a Matemática e o seu ensino. A componente conhecimento está claramente presente, mas existe dentro de uma estrutura mais lata de atitudes, crenças e sentimentos.

    Assim, desde os anos 80, a Escola é encarada como um espaço de intervenção e de mudança onde as concepções e práticas dos professores se desenvolvem e se confrontam; onde a formação, a investigação e a mudança se equacionam e realizam. Não obstante tudo isto, verifica-se que é muito difícil mudar uma rotina em que estão mergulhados os professores há longos anos; é muito difícil mudar atitudes e estruturas desde há muito existentes.

    Convenço-me pois de que, se nada de importante ocorrer no seu processo de formação, os professores terão tendência para ensinar como foram ensinados - transformam-se, geralmente, em espontâneos veículos de uma atitude conservadora.

    Assim, do meu ponto de vista, é urgente que na formação de professores, para além da preocupação com o domínio de áreas do conhecimento mais ou menos especializadas, se dê também prioridade ao desenvolvimento de atitudes que permitam ao professor não só "aceitar" a mudança e a inovação, mas ser ele próprio agente de mudança, através de práticas de reflexão , partilha e cooperação .

    É, pois, no contexto do desenvolvimento de atitudes e práticas reflexivas , e entendendo a formação de professores como um processo dialéctico entre a experimentação e a reflexão do que se faz (e não apenas como uma mera transmissão de conhecimentos ou técnicas), que eu percebo a necessidade e o porquê da existência da Filosofia da Matemática. Mais ainda, ela torna-se fundamental para os professores (ou futuros professores) como facilitadora da construção da sua identidade própria "enraízando-os" num grupo com história e personalizado - a Comunidade Matemática.

    Que Filosofia da Matemática?
    Independentemente de ser para professores ou para alunos, a Filosofia da Matemática deve ser um espaço de ampla reflexão sobre questões relativas às Ciências Matemáticas. Porém, não entendo um programa de Filosofia da Matemática "acorrentado" a conteúdos rígidos, mas antes como um conjunto de tópicos orientadores que servirão de fio condutor, de entre os quais passo a referir alguns dos que me parecem mais importantes:

    (1) as correntes filosóficas da Matemática - perspectiva histórica
    (2) a cultura Matemática
    (3) fundamentos da Matemática
    (4) a natureza da Matemática e a forma como esta ciência é apresentada
    (5) o papel da Matemática na sociedade actual
    (6) o papel da Matemática num futuro próximo

    Ao nível da formação contínua, a Filosofia da Matemática pode ainda ser uma área onde sejam discutidos programas, quer no que refere às concepções paradigmáticas estruturantes, quer no que respeita aos conteúdos proporcionados, atendendo ao facto de que entre os professores existe uma razoável diversidade de centros de interesse/necessidades.

    Como inserir a Filosofia da Matemática nas actividades de formação?
    Se, em termos de alunos, a reflexão sobre os tópicos que referi é importante, para os professores já a exercer a sua actividade, ela é essencial e constitui, na maioria dos casos, uma lacuna na sua formação.
    Assim, importa que, ao nível da formação inicial, se reorganizem os currículos por forma a que a Filosofia da Matemática ocupe aí o lugar que lhe cabe e não fique dependente da boa vontade de alguns, que lhe vão dando alguma voz através das Metodologias e da História da Matemática (como acontece concretamente na ESE onde trabalho).

    Essa disciplina deverá contribuir para criar nos futuros professores hábitos de reflexão e capacidades de problematização crítica sobretudo em relação à sua própria actuação e forma de estar no mundo. Esses hábitos e capacidades são "potenciais ferramentas" para o sucesso que se pretende nas práticas pedagógicas. Isto porque estou convencida de que não somos nós que formamos os nossos alunos para que venham a ser bons professores. São eles que se formam com os instrumentos que pomos ao seu alcance, entre eles as estratégias para a reflexão e acção.

    No que refere à formação contínua, entendo que esta não deve ser totalmente díspar da formação inicial que o professor recebeu. As duas devem formar um todo coerente e sem qualquer descontinuidade.
    No entanto, o professor em exercício tem agora a vantagem de poder reflectir sobre uma prática concreta (Ponte, 1992). A prática sugere questões para estudar e permite experimentar novas abordagens, novos objectivos e novas ideias.

    "Aprende-se fazendo..." e analisando a própria prática.
    Ao filosofar, no sentido de reflectir sobre a sua prática , o professor vai identificar os aspectos que necessita modificar. Mas é importante que ao longo deste processo o professor tenha espaço para "pensar alto".

    Assim, neste contexto, é muito importante que o professor possa reflectir em conjunto e realizar a troca e aprofundamento das suas ideias, experiências e trabalhos realizados, daí a necessidade de existir uma verdadeira dinâmica de grupo quer na escola quer no grupo de formação onde está integrado.

    Por tudo o que referi, devemos ter em mente que através das actividades de formação pretende-se "obter" professores que não se limitem a imitar os formadores, mas que se comprometam (e reflictam) na educação dos indivíduos numa nova sociedade; professores que não sejam apenas técnicos mas também criadores.

    Para concluir, e reflectindo na minha própria formação, apetece-me "pensar alto" e dizer:
    Pensar em mudar os outros é presunçoso; trabalhar para a mudança em mim próprio serve como exemplo para os outros. Trabalhar para me mudar a mim próprio é essencial se eu pretender ajudar os outros a mudar também.

    Para agir de maneira diferente tenho que ter disponível uma forma de actuação distinta, talvez obtida a partir da observação de outras pessoas, ou possivelmente a partir da leitura ou da discussão com outros colegas.

    " Só quando eu tive consciência de mim próprio, é que eu efectivamente despertei e me tornei verdadeiramente livre".

    (Mason, 1985)
    REFERÊNCIAS
    Boavida, A. M. (1993). Resolução de problemas em Educação Matemática: Contributo para uma análise epistemológica e educativa das representações pessoais dos professores (Tese de Mestrado na Univ. Nova de Lisboa). Lisboa: APM.
    Browder, F. E. & S. MacLane (1978/1988). A relevância da Matemática. In APM (Ed.). A natureza da Matemática . Lisboa: APM.
    Canário, R. (1994). Formação contínua e profissão docente. Educação e Matemática , nº.31, (18-20).
    Davis, P. J. & Hersh, R. (1985). A experiência Matemática . Rio de Janeiro: Francisco Alves.
    Ernest, P. (1991). The Philosophy of Mathematics Education . London: Falmer Press.
    Guimarães, H. M. (1989). Ensinar Matemática: Concepções e Práticas (Tese de Mestrado). Lisboa : DEFCUL.
    Hyde, A. (1989). Staff development: Directions and realities. In New directions for elementary school mathematics (223-233). Reston, Virginia: National Council of Teachers of Mathematics.
    Laborit, H. (1992). L'esprit du grenier . Paris: Grasset.
    Mason, J. (1985). Only Awareness is Educable. Mathematics Teaching, 120. Setembro.
    Nóvoa, A. et al. (1991). Concepções e práticas de formação contínua de professores. In Formação Contínua de Professores - Realidades e Perspectivas (15-38). Aveiro: Universidade de Aveiro.
    Ponte, J. P. (1992). Concepções dos professores de Matemática e processos de formação. In M. Brown, D. Fernandes, J. F. Matos e J. P. Ponte, Educação Matemática : Temas de investigação . Lisboa: IIE e SEM-SPCE.
    Ponte, J. P. (1994). O desenvolvimento profissional do professor de matemática. Educação e Matemática , nº.31, (9-12).
    Struik, D. J. (1992). História concisa das matemáticas . Lisboa: Gradiva.
    Thompson, A. (1984). The relationship of teachers' conceptions of mathematics and mathematics teaching to instructional practice. Educational Studies in Mathematics , nº.15. (105-127).
    Thompson. A. (1992). Teachers' beliefs and conceptions: A synthesis of the research. In D. Grouws (Ed.), Handbook of research on mathematics learning and teaching (127-146). New York: Macmillan.

    1 de jan de 2011

    Crítica Social: CRÍTICA DA NECESSIDADE SOB A BASE DA TEORIA DO VALOR...

    Crítica Social:CRÍTICA DA NECESSIDADE SOB A BASE DA TEORIA DO VALOR: NA EXPRESSÃO DE MARX E OUTROS PENSADORES
    ...:
    Por Atanásio Mykonios
    "Karl MARX A necessidade de dinheiro é, pois, a necessidade real criada pela economia moderna, e única necessidade por ela criada. (Trabalho ...alienado. Manuscritos Econômicos e Filosóficos. Tradução de T. B. Bottomore. In FROMM, Erich. Conceito Marxista do Homem. Tradução de Octavio Alves Velho. 4. ed., Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1967, pp. 127-128.)

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