20 de fev de 2013

59% das leis inconstitucionais são da Câmara de Suzano

Última sessão: câmara de Suzano não deixará saudades! (referente às legislaturas anteriores)


Deficiência do Poder Legislativo de Suzano atrapalha a cidade crescer



O tempo é o Senhor das Coisas


Diário de Suzano - 20fev2013


Nossa busca por uma cidade democrática, participativa e sustentável exige a colaboração de todos e de todas.  Contudo, compete ao poder público, escolhido pela população, a coordenação dos trabalhos e dos esforços necessários para que possamos produzir a cada dia uma cidade melhor, tanto para nós, como para as gerações futuras.

Todos nós, cada um com sua vocação, esforço, trabalho, sonhos, desafios e eventuais dificuldades, participamos de um modo ou de outro desta construção coletiva. Sabemos que é na nossa cidade que a vida acontece, tanto para as coisa positivas, como para aquelas que precisam serem transformadas e adequadas para que prevaleçam os valores humanos de justiça, de igualdade, de prosperidade e de sustentabilidade.

"Todavia, nenhum avanço e nenhuma mudança poderá ser dada por uma sociedade se não criarmos as condições concretas e objetivas para que as mudanças e os avanços ocorram. Isto significa que nada poderá mudar se não houver empenho, comprometimento, entendimento e trabalho de todos."

A isto chamamos de Luta.

Luta pela vida, pela justiça, pelos valores humanos, pelo futuro, pelo bem viver, enfim, por tudo que é necessário, através do aprimoramento diário de nossa cultura. Somos a todo momento desafiados a construir, organizar, adequar, cuidar e manter. Depende disso nossa liberdade e nossa humanidade.

Como um otimista, sei que nem todos podem ser, sabemos que a cada dia temos avançado em todas as áreas do conhecimento, da construção política, da organização da produção, na valorização da arte e da cultura em geral.

Porém, é necessário enfrentar forças retrógadas e reacionárias que teimam em manter um estado de coisas que só faz atrapalhar a cidade a crescer. Estas forças estão presentes de modo disperso em todos os setores da sociedade, contudo, é na luta política que torna-se possível, com eficiência, enfrentá-las.

Mas nem sempre é fácil perceber a ação destas forças. Elas são covardes e obscuras. Trabalham sorrateiras e não possuem coragem de se manifestarem.

Neste sentido quero relembrar aqui, um alerta que me pareceu ser importante dar, sobre o mau uso do dinheiro público ocorrido na cidade de Suzano-SP, por parte da Câmara Municipal. Durante as duas legislaturas que pude acompanhar e ver de perto seu desempenho, constatei que a grande maioria dos vereadores e principalmente a mesa diretora foram extremamente negligentes, imperitos e imprudentes na condução de suas atribuições.

Mas como disse, não é fácil demostrar como estas forças agem. Mas como diz o velho ditado: "o tempo é o senhor das coisas".

Rosenil


17 de fev de 2013

Tomara que os Ratos estejam apenas na dispensa..!

Saiu na mídia local que o galpão que armazena a merenda escolar da prefeitura de Suzano-SP foi atacado por ratos. É lamentável que isto tenha acontecido. Em um Pais que tem como meta acabar com a miséria, não se pode nunca deixar que alimentos sejam estragados e deteriorados.

Mas aprendi que acabar com ratos nunca é uma tarefa fácil. Medidas preventivas, corretivas e de manutenção devem sempre estar sendo colocadas em prática para que os roedores "urbanos" deixem de frequentar o ambiente humano.

Porém me chamou a atenção o tom político que foi dado à questão pelo pessoal do "Complexo do Alemão". Afinal depois de quarenta e cinco dias do atual governo, em vez de acabarem com os ratos, resolveram trazer para o campo do debate político a questão.

Neste sentido vale lembrar que a vida média da ratazana é de 2 anos, do rato de telhado 1 ano e meio e o camundongo vive cerca de 1 ano. A partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o tempo de gestação é, em média, de 19 a 22 dias e o número de filhotes por cria é de 5 a 12, na dependência da oferta de alimento e abrigo.


Não foi divulgado o tempo de vida dos ratos encontrados no galpão. Não é possível saber a idade exata deles. Contudo, pelo ciclo de vida destes mamíferos roedores, é possível prever que já estão na segunda geração, se considerarmos o período de primeiro de janeiro até a data da descoberta dos membros  pertencentes à Família Muridae. Neste caso seria bom que a atual gestão continue o trabalho de acabar com os ratos e nunca descance da árdua tarefa de recuperar nosso sistema de educação que durante mais de trinta anos sofreu a depredação do pessoal do "Complexo do Alemão".

É bom lembrar que até janeiro de 2005 mais da metade dos professores da rede municipal trabalhavam na base de contratos emergenciais com o poder público. Não havia plano de carreira, nem de cargos, nem de salários. A periferia da cidade contava com escolas de madeira e os alunos não tinham direito ao uniforme e nem ao material escolar.

Com muito esforço, vinha sendo implantada na rede um modelo de gestão e de condução da política de educação que privilegiasse a formação continua de professores, o aperfeiçoamento do processo de gestão democrática e a integração comunidade escola. Vale lembrar que hoje, os coordenadores de escola (antigos diretores) são eleitos por voto direto da comunidade escolar na qual a unidade está inserida. Este avanço coloca a rede de ensino municipal em um novo patamar de relações e de capacidade de enfrentar os históricos problemas da política pública de educação.

Pertenci e fiz parte da equipe de governo que coordenou a cidade por oito anos. Vi em loco o esforço dos gestores e do prefeito em estabelecer para o conjunto da cidade um novo modelo democrático, popular e participativo para garantir uma cidade para todos.

Temos dados, informações e experiências, sobre avanços que a cidade teve em todas as áreas no período de nosso governo. Estamos prontos para continuar nosso trabalho político e de organização social, agora fora da máquina pública municipal. Torcemos para que o atual governo possa fazer um bom trabalho e que avance cada vez mais nas conquistas que a cidade precisa.

Todavia, sabemos que muito tem ainda que ser feito. Por conta disto vai um conselho. Nunca deixem de matar ratos. Eles nascem dentro de casa, dentro dos galpões, e, o "Complexo do Alemão" está cheio deles.

Rosenil Barros Orfão.
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