26 de out de 2011

COR das Coisas

A vida é mesmo uma revolução permanente. Desde nossa concepção, quando milhões de espermatozoides,  do pai de cada um de nós, iniciaram uma viagem em direção ao óvulo fértil de nossa mãe, começa uma odisséia de dimensões múltiplas e intensas.

A vida criada ao final desta corrida solidária, possível ser feita somente em multidão, é o primeiro retrato de uma organização revolucionária natural. Também é uma demonstração inequívoca que a vida só é possível quando construída e perseguida coletivamente.

Em nosso dia a dia não damos conta dos processos revolucionários ao nosso redor, os quais a cada instante, transforma as coisas. Perceber a organicidade destas transformações  é um desafio que todos temos a oportunidade, se quisermos, de notar e formar idéias e, conscientemente, deles fazermos parte.

Ao tomarmos consciência de nossa realidade e de nossa natureza temos a oportunidade de nos colocarmos como interlocutores desta realidade e a partir daí, felizmente em alguns caso e infelizmente em outros, interferimos com mais ou menos intensidade no próprio processo de transformação.

Porém esta tomada de consciência também é um processo, natural em sua essência, fazendo parte de nossa natureza humana. Sempre nos coloca em inquietude na busca de sua compreensão. Deixar fluir em nossas entranhas esta capacidade de conhecer, compreender e apreender é exercitar ao máximo nossa liberdade e nossa própria razão de ser.

No afã de acelerarmos esta odisséia criamos técnicas e métodos, muitas vezes sem muito êxito, para aumentar nossa capacidade de compreender e interagir.

Deste modo nossas mentes, nossa memória, nosso raciocínio, nossos sentidos, nossa capacidade de pensar, organizar e agir pode ser entendida como um grande "centro".

Na verdade somos, cada um e todos juntos, um grande Centro de Organização da Revolução das Coisas.

Por conta disto em homenagem a todos nós, à nossa natureza e na ousadia de sonhar uma cultura humana mais humanizada, mais fraterna, mais solidária, mais inteligente, mais capaz de garantir sua própria existência no presente e no futuro, criamos um símbolo, um lugar e este texto que demos o nome de "COR das Coisas".

Como as coisas estão presentes e ao mesmo tempo podem ser tudo, este lugar terá várias cores, várias atividades, infinitos momentos e grandiosas celebrações da vida e da revolução permanente em nossa natureza humana.

Grande abraço a todos... mandaremos mais notícias.

21 de out de 2011

Midia Mundo denuncia jornalismo "lambe botas" do Mogi News.

As penas de aluguel que se mantém no mercado editorial "lambendo botas" de um tipo de poder estabelecido no Estado de São Paulo pela quatrocentona e decadente elite paulista é algo que nossas gerações, em futuro próximo, irão olhar com desprezo.

Porém, em nossa época, bem feito fez o "Midia Mundo" ao denunciar infame situação que ocorre em nossa região em pleno século XXI.

Cravando uma sentença no mínimo perfeita, o períodico on-line afirma:  um copo de leite é algo muito mais proveitoso que uma edição do serviçal jornal.

Mas não obstante nosso olhar crítico sobre esses criminosos produtores de mentiras via PIG, que mentem por fotos e por textos, necessitamos ampliar nossa capacidade de enfrentamento a esta máfia chantagista que consome milhares de copos de leite que poderiam estar sendo direcionados para diminuir a desigualdade e combater a corrupção.

7 de out de 2011

Democracia e Participação Popular




 Por MIRIAM DE OLIVEIRA SANTOS
Mestre em Ciência Política pela UFRGS - Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ. Pesquisadora Associada do NIEM-RJ


Por muito tempo acreditou-se que falar em democracia e em participação popular era a mesma coisa. Democracia era o governo “do povo, pelo povo e para o povo”, portanto um governo em que o povo participaria ativamente. Tal era a filosofia da democracia liberal, que pregava a igualdade e universalidade da democracia. Se todos eram “livres e iguais”, havia democracia. Atualmente começamos a encontrar críticas a este pensamento como por exemplo em Young que afirma:
A teoria política moderna afirmou o valor moral igual de todas as pessoas, e movimentos sociais do oprimido levaram seriamente isto como implicando a inclusão de todas as pessoas no estado de cidadania debaixo da proteção igual da lei.
Cidadania para cada um, e todo o mundo com o mesmo status quo. Teorias políticas modernas assumiram que a universalidade da cidadania no sentido de cidadania para tudo implica no sentido que cidadania transcende particularidade e diferença. (. . .) A universalidade da cidadania no sentido da inclusão e participação de todo mundo, está em tensão com os outros dois significados de universalidade embutidos em idéias políticas modernas: universalidade como generalidade, e universalidade como tratamento igual. (YOUNG, 1995)
Está ai o cerne do problema do qual gostaríamos de tratar neste artigo: as pessoas não são iguais e não tem formas de participação igualitárias, mesmo quando todos tem acesso ao voto, não o tem igualmente às informações sobre os candidatos e a capacidade de reflexão sobre a maneira como as propostas de cada um irão afetar sua vida cotidiana.
Na conclusão de uma aula inaugural na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM ) Tarso Genro expõe que:
Creio que a principal conquista democrática da revolução burguesa, (...) foi a separação da estrutura formal do Estado com a sociedade, uma separação fundamental para a afirmação das grandes democracias modernas.  É necessário hoje, que reforcemos esta separação, reforcemos pela conferência de identidade pública clara e transparente àquilo que é Estado e aquilo que é sociedade. E para conferir identidade pública à sociedade, tem ela que estar estruturada e organizada, para dialogar com o Estado e referir-se a ele enquanto sociedade civil e criar uma esfera pública não-estatal, onde Estado e sociedade estabeleçam seus conflitos, seus conceitos, seus consensos e gerem, a partir daí, decisões que combinem a legitimidade da representação política tradicional com a participação direta e voluntária da cidadania. (GENRO, 1997, p.18 )
Apesar de não se referir diretamente a ele, percebe-se claramente que neste trecho Tarso Genro estava se referindo ao orçamento participativo. Realmente é uma grande conquista a criação de uma sociedade civil que busque dialogar com o estado para ver atendidas as suas reivindicações, mas como nos lembra o texto de Young, com o qual iniciamos este artigo, as pessoas não são iguais, tem diferentes demandas, diferente capacidade de articulação e diferentes chances de serem atendidas.
Segundo Balandier o termo “político” comporta várias acepções. Os termos policy e politics, significariam respectivamente os tipos de ação que concorrem para a direção dos negócios públicos e as estratégias que resultam da competição dos indivíduos e dos grupos. Neste caso estariam as duas pontas do orçamento participativo, o governo enquanto policy, determinando em última instância a direção dos negócios públicos e a população desenvolvendo politics, isto é, estratégias que resultam da competição dos indivíduos e dos grupos.
Neste sentido, os grupos melhor articulados, estariam mais propensos a conseguir se fazer ouvir, e sendo o orçamento como um cobertor curto que todos puxam, estes grupos teriam maiores condições de serem atendidos que outros menos articulados.
Acredito que para resolver o problema é hora de dar um passo além no orçamento participativo e tratar desigualmente os desiguais. Como? Reconhecendo que para dar a todos a oportunidade de falar e de participar com proveito das reuniões do Orçamento Participativo é necessário capacitá-los antes. [1] È necessário que se trabalhe com estas comunidades, especialmente com aquelas mais pobres onde não há um movimento organizado. Sabemos que tal tarefa não é fácil, já que nestas comunidades falta tudo, inclusive tempo para participar de movimentos comunitários, já que todo o tempo disponível é investido na sobrevivência, e quando há uma melhora significativa por parte de algum membro desta comunidade, sua primeira providência é mudar-se para outra que apresente melhores condições de vida.
Uma das possibilidades para alterar este quadro é o que já vem fazendo as ONGs e os movimentos organizados da cidade de Porto Alegre através de projetos de capacitação [2] , a hora agora é de aproveitar a avaliação que tais organizações vem fazendo do trabalho e procurar adequar os horários (com aulas aos sábados, domingos ou feriados) e métodos, (Paulo Freire e o grupo do IDAC, afirmam em um belíssimo livro “Vivendo e Aprendendo”, que é necessário buscar novos meios de ensino, de modo que eles consigam atingir a diferentes públicos: Pode-se ensinar através da música, da dança, do teatro, do cinema, do desenho de humor. Não é uma tarefa fácil, mas, como diz o poeta: “Não há caminho, o caminho se faz ao caminhar.”

5 de out de 2011

Militância Socialista realiza sua I Conferência Nacional

Com um ato político na Assembléia Legislativa de São Paulo, na próxima sexta-feira, dia 7 de outubro, será aberta a I Conferência Nacional da Militância Socialista, que se constituirá em tendência interna nacional do PT. Precedida de Conferências Municipais ou Inter-Municipais e Estaduais em 16 estados do País, a I Conferência Nacional reunirá 107 delegados e delegadas e 20 observadores e observadoras até o dia 9, no Instituto Cajamar.
Articulada como campo político nacional organizado a partir de coletivos estaduais desde o III Congresso Nacional do Partido, a Militância Socialista passa a se organizar como tendência nacional do PT a partir desta Conferência. Durante os dois dias e meio de Conferência, delegados e delegadas deliberarão teses sobre 4 temas: 1. Conjuntura Nacional e Internacional; Socialismo; PT; e Estrutura e Funcionamento da corrente.
O presidente nacional do PT, dep. Rui Falcão, e o presidente do IPEA – Insituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Márcio Pochmann, são os oradores convidados para a sessão de abertura da
Conferência da MS, que terá início às 19h do dia 7 no Plenário Franco Montoro da Alesp.
Representantes de todas as tendências internas do PT foram convidados para uma saudação nesta sessão de abertura. Os parlamentares federais – Dep. Pedro Uczai e Dep. Padre João – e estaduais – Deps. Ademir Brunetto, Bira do Pindaré, Lu Carminatti e Tadeu Veneri – integrantes da nova corrente, participarão também da mesa de abertura dos trabalhos, que é aberta aos filiados e filiadas do PT.

4 de out de 2011

Mogi News faz luta política contra Hospital em Suzano

projeto do hospital público em Suzano-SP
Todos sabemos que a cada conquista em nossa vida é necessário primeiro uma decisão e uma atitude. Se quiser um dia se casar os jovens primeiro decidem namorar. Para um dia ter a casa, tem que dar um jeito de adquirir um terreno, depois organizar a compra de materiais e ter muita paciência e teimosia para concluir a construção.


No meu caso, comecei a namorar com minha esposa, tinha quinze anos de idade e ela também. Namoramos durante sete anos e atualmente estamos a vinte e seis anos casados. Hoje moro em uma casa em Calmon Viana, Poá-SP, eu e Bete demoramos quatorze anos para terminarmos nossa casa para podermos morar nela. Naquela época não tinha o "minha casa, minha vida".


Hoje trabalho e dedico minha vida na militância política, faço isto mais por vocação e menos por necessidade. Neste exercício duro e difícil de militante político, mas também muito gratificante, temos a oportunidade de conquistar espaços de poder e construir relações na sociedade que nos municiam de capacidades e experiências capazes de criar condições para transformar nosso lugar e interferir de modo eficaz na vida de nosso povo.


Destas experiências e atividades de eterno aprendizado descobrimos, na prática, que somente coletivamente e em conjunto com nosso próximo é possível avançar.


Quando olho o esforço do Governo Popular de Suzano, o qual todos podemos fazer parte, vejo como a teimosia e a paciência estão presentes em nossas ações. Há menos de sessenta meses a Cidade de Suzano possuia apenas duas creches para nossas crianças, hoje são vinte e três. Neste período o índice de infra-estrutura de nossos bairros saltou de 35% para 72%. O debate político na cidade, antes deste período, era circunscrito aos donos do poder local, hoje a cidade vive um amplo e eficaz processo de construção da participação popular na tomada de decisões e escolha de prioridades que vem desafiando positivamente toda a região do Alto Tietê, principalmente minha cidade de Poá, onde moro a quarenta anos.


Se minha cidade, hoje, tem acesso ao serviço médico de urgência, o conhecido SAMU, devemos isto à nossa capacidade em construir participação e integração pelos diversos níveis e entes de governo. Fazemos isto a partir de nosso espaço em um Governo Popular como o de Suzano. Nossa prioridade é o bem comum. Sabemos que quando queremos, e temos capacidade de nos organizar, ampliamos nossa capacidade de fazer coisas. Este é um dos elementos que fazem parte do DNA de nossa luta política.


Por outro lado, existe em nossas cidades algumas figuras e instituições morrendo de inveja quando vê o sucesso do Governo Popular. Há menos de sessenta meses ninguém acreditava que poderiamos ter um Instituto Federal de Educação Superior, nem tampouco mais uma universidade com dezessete faculdades. Hoje isto já é uma realidade. Além de Suzano, minha cidade de Poá também será muito beneficiada com estas conquistas. Mas como disse: infelizmente há setores que não se conformam com o sucesso do Governo Popular. Isto faz parte da luta de classe. E agora em menos de noventa e seis meses teremos consolidada a conquista de um Hospital Público Regional.


Mas inveja tem limite e deve ser combatida. Não é possível ficar calado mediante alguns níveis de mediocridade que são exalados de setores de uma classe política retrograda e também de setores da imprensa que lhes dão sustentação.


A classe política que me refiro tem como representantes aqueles que durante mais de trinta anos dilapidaram o patrimônio público da cidade de Suzano e da região, transformaram-se em grandes proprietários de terras em nossa cidade, e ainda possuem significativa força política, pois conseguiram eleger um deputado que mente para o povo.


Quanto aos setores da imprensa que falo, este vem representado pelo jornal Mogi News, que  
além dos crimes que já cometeu, o Mogi News é aquele jornal que faz campanha sórdida para fechar a Santa Casa de Suzano, através de seu braço podre, Diário do Alto Tietê, que caminha entre a lama e a extorsão e age descaradamente em atitude suspeita junto à cidade de Suzano.

De modo perdedor e despreparado, tenta julgar as ações do governo popular da cidade de modo leviano e inconsequente. Sua última incursão sobre os temas da saúde tenta, desconcertadamente, envolver cidadãos distraídos e bem intencionados, para criar notícias de opinião e continuar tentando enganar e ofender o povo da cidade.



E retoma em seu editorial de hoje (que reproduzo abaixo na íntegra), a luta política contra a construção de um hospital público regional na cidade de Suzano.


Fica aqui registrado nosso esforço em fazer o debate, defender a liberdade de imprensa e denunciar os maus empresários dos meios de comunicação que cooptam alguns jovens jornalistas despreparados e desavisados para sua luta insana contra o povo.

Rosenil Barros Orfão
Secretário Municipal de Participação Popular e Descentralização do Governo Popular de Suzano. Diretor do Partido dos Trabalhadores em Poá.


Eis o Editorial, ( o circo é deles)...!!!


Editorial

Matéria publicada em 04/10/11
O circo de Candido
Mais uma vez, o prefeito de Suzano, Marcelo Candido (PT), deu demonstrações de que trata a população como espectadora de um circo. E, no último sábado, armou um grande espetáculo em que todos esperavam o anúncio do hospital, sua promessa de campanha. Porém, novamente, enganou o povo com seus truques e todos continuam com a dúvida se até o final de 2012 o petista realmente conseguirá tirar do papel o projeto para construção da unidade de saúde. Pelos últimos acontecimentos, é possível afirmar que não.

No sábado, Candido conseguiu trazer a Suzano o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele é o grande responsável por liberar ou não a verba para o hospital. Para impressionar o representante do governo federal, o prefeito pediu para sua equipe fazer ligações para população, convidando a mesma a participar de um evento que seria histórico para cidade. Muitos acreditaram na "balela" e foram ao evento. E o que aconteceu? Nada. Novamente, mais promessas. As mesmas que todos ouvem desde que o petista assumiu a prefeitura.

Entre elas a de que o Ministério da Saúde assinaria um convênio com a administração municipal para iniciar as obras do hospital federal e que o prefeito Marcelo Candido encaminharia ao ministro Alexandre Padilha o projeto executivo da unidade hospitalar.
No entanto, o que chama a atenção na situação, é que o representante do governo federal deveria conhecer o projeto e melhor, até apontar detalhes da iniciativa. Isso porque o petista já foi inúmeras vezes a Brasília para conseguir verbas para unidade de saúde. Porém, no sábado, Padilha demonstrou total desconhecimento do assunto.

E pior, não fazia ideia sobre fato de ainda não existir nem a área liberada para que a unidade seja construída, já que a Justiça não aceitou a proposta feita por Candido para adquirir um terreno na Vila Japão por meio de desapropriação judicial. Frente à "saia justa", Padilha afirmou que o prefeito Suzano precisará ir até Brasília para protocolar o projeto do hospital. Ou seja, nada está garantido e as chances do Ministério da Saúde novamente dizer "não" à construção do hospital são grandes.

Para quem não se lembra, em 2008, estava tudo certo para Suzano receber investimento federal para construção do hospital. Inclusive, o projeto da unidade de saúde previa mais de cem leitos, assistência de urgência e emergência, Centro Cirúrgico, UTI, a Unidade de Cirurgia Ambulatorial (UCA), Maternidade e UTI Neonatal, entre outros. Porém, com a crise financeira mundial registrada naquele ano, o projeto foi para gaveta do Ministério da Saúde.
Porém, em 2009, Candido voltou com as conversas sobre a construção da unidade de saúde. Mas, há quase dois anos, não consegue resolver a questão da liberação de uma área para construção do hospital. Ou seja, como em 2008, parece que o projeto continuará sendo apenas mais um sonho que o petista não conseguirá realizar, por incompetência de sua equipe técnica e sua também, que vive sucessivamente realizando escolhas erradas.
Infelizmente, administradores públicos não podem ser punidos por promessas que não são cumpridas. E nesse cenário, portanto, quem fica no prejuízo é a população, que permanecerá esperando a prometida unidade de saúde. Mas, enquanto o mandato do petista não acaba, vamos esperar a próxima de Candido, que apenas vive de apresentações nesse "circo dos horrores", enquanto o povo clama por ações concretas e não tem seus anseios atendidos. Triste realidade para os suzanenses.

3 de out de 2011

Debate sobre vocações de uma cidade

DESENVOLVIMENTO, TURISMO, GERAÇÃO DE RENDA, MEIO AMBIEMTE.

Dia 07 de outubro, sexta feira às  19h
Na Câmara Municipal de Poá

“Segundas Intenções” com o tema Política de Desenvolvimento de Estâncias

Participe

Realização

IFAB ( Instituto de Formação Augusto Boal ).
                  (11) 4636-0700

E dia 08/10 sarau do Boal.