27 de fev de 2011

Formação política: um processo permanente II

Formação política: um processo permanente:

"Um grupo de homens e mulheres, moradores da cidade de Suzano e região, que possuem em comum um sonho de uma cidade mais humana, democrática,..... leia mais..."

"Um Governo Popular que organiza e executa diuturnamente suas ações promovendo, formulando, articulando e implementando políticas públicas fundamentais para a garantia de direitos de mulheres e homens de nossa cidade procura, nesta nova etapa da democracia brasileira, com o governo de Dilma Rousseff, a primeira mulher presidenta do Brasil, aprofundar suas ações e consolidar etapas amadurecidas neste último período".

Em um momento forte de construção coletiva dos entendimentos para o ano de 2011, os momentos vividos na Escola Nacional Florestam Fernandes, ali em Guararema, foram renovadores e extremamente ricos para o realinhamento de metas e renovação de compromissos assumidos nas políticas de educação, saúde, segurança alimentar, defesa social, desenvolvimento econômico, cultura, mobilidade urbana, meio ambiente, esportes, política urbana e modernização do espaço territorial em nossa cidade.

Registro aqui algumas imagens de um momento significativo, que trazem para o conjunto da população e para o conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público, uma renovada orientação para fazer frente aos imensos desafios, que nossa cidade tem pela frente.

O prefeito Marcelo Candido, no comando do processo de organização afirma:

A cidade de Suzano conta, desde janeiro de 2005, com um conjunto de novas políticas em fase de consolidação:
  • segurança alimentar, 
  • defesa social e prevenção à violência, 
  • desenvolvimento econômico trabalho negócios e turismo, e
  •  participação popular.
E dentro de um forte processo de reconstrução, recupera áreas fundamentais como:
  • saúde,
  • educação, 
  • cultura, 
  • esportes, 
  • planejamento urbano e 
  • mobilidade urbana, 
Reafirma com grande convicção que Suzano, preparada para o futuro, entra em nova etapa de reconhecimento e apropriação de suas potencialidades.

Vocacionada para o desenvolvimento sustentável, com sua grande área de mananciais e recursos hídricos, aliada à energia de seu setor industrial, comercial e de serviços, o jovem prefeito Marcelo se coloca em uma reafirmação inequívoca que enfrentará, com muito mais energia e certeza, os desafios para garantir direitos e aprofundar a cidade democrática e participativa.

Com foco na integração e modernização o governo conduzido pelo prefeito  que desenvolve e implementa o maior volume de obras da história da cidade, garante a sociedade suzanense, em especial aos mais pobres, que todos passam a ter, com todos os projetos que estão em andamento, a garantia de condições objetivas mais adequadas para usufruir de seus direitos básicos e às coisas da cidade e de nosso território.

Quero aproveitar e informar aos amigos do "Bog Plebeu", que reassumo as minhas funções junto ao Governo Popular de Suzano, na Secretaria de Participação Popular e Desentralização. Depois de um período, exonerado da administração, para cumprir funções na coordenação da campanha eleitoral do Deputado José Candido, nosso valorozo e digno deputado reeleito.

Isto implicará uma reorganização do modo como encaminharemos nossas opiniões aqui neste espaço. Contudo, com o necessário zelo às atribuições de Secretário Municipal e o particular exercício de nosso direito de expressão e opinião, tomaremos o devido cuidado para deixar claro nossas posições e as questões oficiais de nosso trabalho.

Saudações.

25 de fev de 2011

"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"

"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da "invisibilidade pública". Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social
Plinio Delphino, Diário de São Paulo

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são "seres invisíveis, sem nome".
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da "invisibilidade pública", ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: "Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência", explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. "Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão", diz.
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.
Diário – Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa – Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.
Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis. Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?
Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal. Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.
Dê um exemplo?
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão. O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: "É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão".
Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.
Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.
Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma coisa.

Aldo.

Até mais.

Por uma Veneza Suzanense e do Alto Tietê

Construir condições objetivas para enfrentar problemas antigos com muito mais energia, capacidade, conhecimentos e competência é nossa missão.

Os moradores poderão aos finais de semana e nos dias de sol, passear e conviver nas largas calçadas frente às suas casas em torno dos quarterões, que agora em vez de ruas de paralelepípedos, possuem as águas límpidas do Rio Tietê, povoadas de mandi, lambari e tilápias. Os jovens do bairro e toda a cidade terão a opção aos esportes aquáticos, que permitirá mais uma opcão de transporte para a região leste.


Esta é uma resposta grandiosa do povo do século XXI para todos que sabem que o espírito humano, desde sempre, tem a capacidade de adequar a obra da criação ao seu novo tempo e a sua sempre nova realidade

Qualquer semelhança da proposta, motivo de piadas para alguns, com os vídeos abaixo, não é mera semelhança. É fruto do acúmulo que temos... permite ousar e viver na dimensão de nossa grandeza....        

24 de fev de 2011

Uma visão importante das possibilidades que temos

Qualquer semelhança com a futura "Veneza Suzanense" não é mera coincidência. É fruto possível da luta de um povo que não se cansa. Que constroi seu futuro com o trabalho de suas próprias mãos. Não vive de quebra-galho, tampouco precisa de favorzinho.

Com sua garra, ousadia e perseverânça quer ver seus direitos repeitados. Viver em paz consigo, com Deus e com a natureza. Salve todos os corações e mentes que pensam do tamanho do amor que sentem pelo seu lugar e por seus semelhantes.

Memória Viva nos faz pensar.... criar... crescer... ver.... amar mais...

Ontem após toda a preparação feita pelos envolvidos na singela, porém significativa homenagem aos companheiros Juarez e Pedro Nakamura no Casarão das Artes, foi possível desfrutar de momentos muito agradáveis em companhia de pessoas que reuniram-se em torno de um objetivo comum.

ponte sobre o rio Elba - Alemanha
Perceber a satisfação que estava presente no semblante, no olhar e no sorriso, naquele momento de celebração da vida, de companheiros que tanto, para nós, significa, é momento privilegiado para percebermos nossa grandeza quando nos propomos a fazer o bem, promover a justiça e divulgar nossas sofridas e irrenunciáveis lutas.

É deste modo que li, vivi e percebi a noite de ontem. Parabens a todos que organizaram o evento. Saudações a este maravilhosos artistas, Chiquinho e Tereza que partilharam com todos sua bela arte e principalmente aos militantes que organizaram o evento.

Foi marcante perceber:
vida passando sobre vida,
fazendo a ponte com a morte,
que pensa  que inibe a vida
mas da vida não leva nada
porque cultivamos a memoria
que é sempre viva
nos momentos e na história.


Como um rio que passa sobre outro,
fruto do gênio humano,
Na integração com a natureza,
Que une as Alemanhas,
Manda ao inferno a guerra inutil,
Nos faz pensar em aprofundar a luta,
Na conquista de um novo Cairo,
De uma nova Líbia,
Que sempre com o mesmo povo,
Imagem e expressão do Criador,
Cria e recria aquilo,
que na sabedoria não acabou..
Necessário para viver a Eternidade....
Da humanidade que nos restou.

Também foi muito legal o papo que rolou depois do evento lá no Boteco Elena na companhia de Valmir, Amauri e Aline. Também foi muito bacana o momento que rolou antes do evento em companhia de Kleiton, Cleiton, Edu, Spada, Ivo, Beto, Iberê e Aline na Padaria Cultural.... mas sobre esta parte falo mais depois... se der... e ... se a ponte em uma "nova Veneza" permitir.....

23 de fev de 2011

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Estevam Galvão (PSDB/DEM) mente a eleitores: engan...

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tributo à irreverência

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Projeto Memória Viva tem mais uma etapa.

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Projeto Memória Viva tem mais uma etapa.: "Memoria Viva. Dia 23/ 02 as 20h Homenageando o companheiro de sempre, Professor Juarez, (guerreiro Juarez) e o Sr. Pedro Nakamur..."

tributo à irreverência

22 de fev de 2011

Formação política: um processo permanente

Um grupo de homens e mulheres, moradores da cidade de Suzano e região, que possuem em comum um sonho de uma cidade mais humana, democrática, participativa, justa e que lutam por um mundo socialista passaram a reunir-se sistematicamente desde dezembro de 2010, com o intuito de promover a reflexão e a formação sobre as coisas da cidade, das relações humanas e do conhecimento.

Utilizando o método consagrado pela organização e a luta das CEB`s (Comunidades Eclesiais de Base) da década de 1980 e 1990, o Ver, Julgar e Agir, passamos a nos reunir em um local no bairro Miguel Badra. Estamos indo para o nosso quinto encontro, que ocorre no mínimo uma vez por mês. Podendo ocorrer dois encontros mensais conforme acordado nos Encontros de Formação.

A dinâmica utilizada está em construção. Denominamo-na de "livro vivo". Trata-se de um modo de partilhar conhecimentos atraves da partilha de informações e experiências existentes no próprio grupo. No promeiro encontro contamos com a colaboração de Padre Dimas, um militante social, Padre da Igreja Católica e de Lucio Ferreira de Mello, um companheiro da luta que está servindo o Governo Popular de Suzano enquanto Secretário de Participação Popular e Descentralização.

No último encontro contamos com a colaboração de Antônio Agostinho, Filósofo, Teólogo e militante político que deu sua contribuição proporcionando a todos um momento muito rico de reflexão e trocas. Nossa expectativa, no próximo encontro é contar com a colaboração de Jesus Paulo Rita, um grande companheiro militante do Partido dos Trabalhadores que atualmente serve o Governo Popular de Suzano enquanto Secretário de Agricultura, abastecimento e Segurânça Alimentar.

O encontro ocorrerá no dia 12 de março de 2011, as 9h45. O endereço é o mesmo que foi utilizado no último encontro. Este trabalho está aberto à participação de todos que se sintam chamados  e estejam dispostos a construir coletivamente um processo libertador, solidário mas que também tenha a capacidade de estabelecer as condicões necessárias para termos na sociedade uma correlação de forças capaz de contribuir para o fortaleciemento das lutas populares, dos governos populares, do combate à corrupção, da promoção do desenvolvimento sustentável, da inclusão social e reafirmar nossa utopia em um outro mundo possível.

Saudação a todos. Se te interessar, utilize o espaço de comentários para fazer contato com os organizadores, ou envie um e-mail para livrovivo.suzano@gmail.com, aguardamos você.....

Vereador "imbecil" da Câmara de Suzano emperra projeto da região

Diário de Suzano - 22fev2010
O projeto que disciplina o destino de resíduos sólidos, principalmente de construção civil, a partir da implementação de uma usina de beneficiamento e reciclagem de material, aprovado pelas câmaras municipais da cidade de Poá e Ferraz de Vasconcelos, dormita na Câmara Municipal de Suzano desde o primeiro semestre de 2010.

Com um novo temperamento e parecendo demonstrar maior compromisso com a cidade a nova mesa diretiva da Câmara de Suzano em menos de um mês de trabalho, neste ano, demonstrou um volume de produção política superior aos dois anos da mesa anterior. Neste período trouxe para a pauta o projeto de Revisão do Plano Diretor da Cidade e promoveu a votação do Projeto que cria as condições para a cidade de Suzano, juntamente com Poá e Ferraz de Vasconcelos, poderem dar passos largos no enfrentamento adequado e moderno ao tratamento dos resíduos sólidos provenientes destas cidades.

Todavia um vereador desqualificado, despreparado, imbecil, que foi presidente da casa de leis durante dois anos, ordenou mais de R$ 36.000.000,00 ( trinta e seis milhões de reais ) de dinheiro público, durante os dois anos que lá esteve, promovendo uma verdadeira algazarra com o erário. Utilizando de modo irresponsável o dinheiro do povo, ao priorizar uma disputa política insana contra o Poder Executivo local, o Prefeito Municipal e Secretários. Contratou escritório de advocacia sem licitação, super faturou contratos, fez a farra do boi através de contratos de publicidade para promover sua imagem às custas da imagem dos demais vereadores do legislativo em rede regional de imprensa. Continua atrapalhando a cidade e a região.

Ao pedir, na sessão de ontem, para retirar da pauta o projeto de lei que está a quase um ano tramitando na câmara demonstra, além da imbecilidade que lhe é pertinente e peculiar, um total descaso com o conjunto da população. Todos sabem que houve tempo de sobra, se quisesse, para discutir e quiçá aprimorar o projeto. Papel este que cabe muito bem ao legislativo.

primata com carinha de imbecil
O perdulário perdeu a oportunidade de utilizar a tal da ACAT, que até hoje não sei pra que que veio, como instrumento político regional para debater o projeto, já que por lá passou enquanto coordenador.

Mas não o fez, não trabalhou, não se importou e vem, agora, atrapalhar mais uma vez a iniciativa da nova mesa diretiva que parece querer tratar com o respeito e a seriedade necessária, as coisas da cidade, em debater e aprovar um projeto importante que, pelo poder legislativo, devem ser apreciado.

Os demais vereadores da câmara não podem pactuar com tão descabida irresponsabilidade. Rogo a todos que deêm o suporte necessário para a cidade e as demais cidades da região para termos aprovado o mais rápido possível este tão importante instrumento.

Não podemos ficar a mercê de interesses retrógrados de um edil que não merece, sequer, o nosso respeito político. Um moleque que é digno de pena, deveria voltar para o lugar privado de sua existência, penitenciar-se, buscar a sabedoria para, quem sabe, deixar de ser o ente repugnante que vem se tornando e prejudicando, inclusive, aqueles que dele dependem para viver.

20 de fev de 2011

Americanos usam colônias microbióticas para tratar água poluída

A empresa criou os domos de plástico concêntrico, com 1,82 metros de diâmetro e 1,5 de altura. l Imagem:Wastewater Compliance Systems
A empresa americana Wastewater Compliance Systems Inc. desenvolveu uma maneira eficiente e barata de aproveitar microbióticos para o tratamento de águas poluídas. Algumas colônias microbióticas são capazes de consumir os agentes poluidores de rios e lagos.
O sistema, chamado Bio-domes, também é conhecido como Poo Gloos, graças à sua aparência, que lembra um iglu. Como os pequenos seres que limpam a água precisam de condições ideais de temperatura para se desenvolverem, a empresa criou os domos de plástico concêntrico, com 1,82 metros de diâmetro e 1,5 de altura. (leia texto completo no sitio Ciclo Vivo, dando um click no texto)

Igreja mergulha em longo processo neoconservador. Entrevista especial com João Batista Libânio

Com a experiência de quem presenciou “nítidos momentos no processo eclesiástico” da Igreja nas últimas décadas, Libanio ressalta que o manifesto “alude ao fato de que em 2010 ‘tantos cristãos, o que jamais ocorrera antes, deixaram a Igreja e apresentaram à autoridade da Igreja a desistência de sua pertença ou privatizaram sua vida de fé para defendê-la da instituição’”. A constatação do êxodo cristão, entretanto, “não abala a convicção do projeto de manter uma Igreja, embora minoritária, mas fiel aos ensinamentos dogmáticos, morais e à prática disciplinar eclesiástica”, assinala. 
Para ele, Roma reforça a autoridade sobre as igrejas locais porque elas a solicitam. “A geração profética do porte de Dom Helder deixou-nos ou já está envelhecida. E a nova safra eclesiástica revela outro corte”, lamenta.   (clique no texto e veja íntegra da entrevista no site da unisinus)

18 de fev de 2011

A Tecnologia de Informação como vetor de construção da igualdade.

A tempos venho com esta pergunta: seria o uso massivo da tecnologia da informação um vetor de construção da igualdade?

As respostas a esta pergunta não estão todas dadas. Na verdade novas perguntas nasceram a partir desta: o que entendemos por igualdade? O que é tecnologia? O que é tecnologia da informação? O que é informação? Na sociedade atual, é possível uso massivo de tecnologia?

Nossa jornada para alcançarmos algumas respostas continua, mas o caminho da busca é sempre agradável, apesar de difícil e muitas vezes nos fazer sofrer. Mas a construção do conhecimento, independente do método, quando feito com amor, dedicação, carinho, compreensão, coragem e principalmente o apoio de tantos que estão ao nosso redor e tantos outros que vieram antes de nós, sem dúvida, trás resultados.

Coloco aqui algumas conquistas que tivemos nesta caminhada. Empreendemo-la a partir, não do banco da academia, mas da experiência da militância política, do convívio social e do trabalho diário. Na verdade da vivência. Daquilo que Heidegguer denomina "estar ai", "existir".

Atingimos o entendimento para propor a necessária implementação de uma política pública específica para garantir direitos e acesso do cidadão, a partir do lugar que ele vive: a cidade - no arcabouço moderno de tecnologias, principalmente as da informação.

Partimos do ensinamento de Aristoteles, Karl Marx e Alvaro Vieira Pinto que a tecnologia existe pela humanidade e na humanidade. Não está nunca fora da cultura. E não precede nossa construção. Existe desde quando éramos nômades pela face da terra.

O advento das tecnologias como lugar tenente nos meios sociais, nas artes, no sistema de produção, na organização política tanto de paz como de guerra tiveram momentos especiais em nossa história. Produto do gênio humano, parece ser sua vocação surpreender sempre. A ponto de parecer para muitos, ter a capacidade de andar com as próprias pernas. Confunde-se o gênio com seu produto.

Em nossa pesquisa percebemos pela prática o nascimento diário e intermitente de novas tecnologias. O modo de cozer, tanto o alimento como o vestimenta, a lida com o gado e a agricultura, os trabalhos das fábricas tanto no chão como no escritório, os laboratórios profissionalizados de produtos e de conhecimentos, tanto na área química, elétrica e eletrônica, como das físicas e das medicinas, assim como das biológicas, sem esquecer das abstratas como das matemáticas, da lógica e das epstemológicas. Enfim, a técnica como meio, subordina-se ao gênio humano para que possamos atingir nossos fins.

Dado novo em terras de Adão é, a velocidade e a abrangência, como tantas novas e poderosas descobertas se dão e são conhecidas.

Hoje muitos dizem que vivemos a era informacional. Um novo tempo. Ganhou até um novo nome. Mas não deixa de serem os mesmos: a mulher, o jovem e o homem. Também são os mesmos os animais, as plantas, os minérios e os gases. Nas relações humanas, se organizam e reorganizam-se os estados, as comunidades e os países. Mas também não deixam de ter em sua constituição, seu povo, que é o mesmo. Neste sentido podemos aqui responder o que entendemos por igualdade. Igualdade é a nosso direito de continuarmos nos descobrindo, nos transformando sem perder o direito de sermos os mesmos.

16 de fev de 2011

Preparação para a 1ª Conferência de Turismo

Encontros da Comissão Pró-Comtur acontecem no próximo dia 23/02 e em 23/03


Serão debatidas ideias para melhorar o setor. Reuniões servem de preparação para a  Conferência de Turismo e eleição dos membros do COMTUR.

Empresários, empreendedores, artesões, agências de viagem, membros de entidades de Suzano e interessados em saber como anda o turismo na Cidade podem comparecer às reuniões da Comissão Pró-COMTUR, que acontecem durante os meses de fevereiro e março, no Auditório da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Negócios e Turismo,  Rua Gal. Francisco Glicério, 1334 - Centro.

Esses encontros compõem a preparação para a 1ª Conferência de Turismo (Previsto para primeira quinzena de Abril), que contará com discussões sobre propostas, medidas e projetos por parte da Administração Municipal, entidades e de empresários ligados à atividade. Além disso, as reuniões servirão para a eleição dos representantes de cada setor, (titular e suplente), visando a formulação do Conselho Municipal de Turismo.

Roteiro Turístico - Um dos objetivos dos encontros é o planejamento e criação de Roteiros Turísticos e de inventariar todos os atrativos da cidade para entrar em um Guia. Estas ações serão encaminhadas pelo COMTUR e vai mostrar a evolução da área turística da Cidade.

Mais informações podem ser obtidas por e-mail turismo@suzano.sp.gov.br  ou  por telefone  (11) 4742-8300 .

Confira a programação:
23/02 - Quarta-feira - 18h.
23/03 - Quarta-feira - 18h.
Local: Auditório da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Negócios e Turismo. Rua Gal. Francisco Glicério, 1334 – Centro


COMTUR-SUZANO: Trata-se do Conselho Municipal de Turismo que tem como objetivo planejar, opinar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do turismo local, além de promover e apoiar iniciativas de gestão compartilhada, formação de parcerias e alianças, que visam o desenvolvimento do turismo municipal.
O Conselho é importante porque estabelece as políticas para o turismo em Suzano no longo prazo,  refletindo o desejo da sociedade e favorecendo seu planejamento.

14 de fev de 2011

Empreendimentos de Economia Solidária - Osasco

No dia 18 de fevereiro de 2011, sexta feira, às 17 horas, no Teatro Municipal de Osasco, acontecerá o evento de Graduação de Empreendimentos da Economia Solidária e o Lançamento do Fundo Municipal de Desenvolvimento e Inclusão Produtiva.

À Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão tem a honra de convidá-lo a Festividade de Graduação dos Empreendimentos Econômicos e Solidários e para o Lançamento do Fundo Municipal de Desenvolvimento e Inclusão Produtiva, trabalho de cooperação entre as Secretarias de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão, Assuntos Jurídicos, Indústria, Comércio e Abastecimento, Habitação e Desenvolvimento Urbano e de Finanças.

Vale registrar que muitos desses empreendimentos já superaram o desafio da constituição jurídica, desempenhando seu objeto social, produzindo e comercializando  serviços e produtos.

É com alegria que compartilhamos com vocês este avanço no processo para consolidação e fortalecimento dos Empreendimentos e das Políticas Públicas, fundamentais para ampliação e desenvolvimento da Economia.

Contando com sua participação, e afirmando mais uma vez: nossa segunda Conferência que reafirmou: “Pelo Direito de Produzir e Viver em Cooperação de Maneira Sustentável”  esperamos nos encontrar no dia 18.02.

Atenciosamente

Programa Osasco Solidária - SDTI
Tel: (11)3653-1183

11 de fev de 2011

Balde de água fria na lógica do PIG (partido da imprensa golpista)

"O sucesso da Dilma é o meu sucesso; o fracasso da Dilma é o meu fracasso!", observou o ex-presidente Lula no discurso no ato comemorativo dos 31 anos do PT, em Brasília. Ali, ele reafirmou (leia mais no blog do Zé Dirceu)

O ex-presidente Lula, reconduzido à presidência de honra do partido, observou que "não existe aposentadoria na política" e declarou-se um "soldado" à disposição para ir à ruas, lutar e defender a pauta política do PT.
Ele traçou um panorama de sua trajetória.... (leia mais no Blog do Zé Dirceu)
 

10 de fev de 2011

Uma notícia velha que talvez poucos saibam!!

Governo cria empresa pública para a fabricação de chips

 

Decreto que cria empresa pública de tecnologia está no Diário Oficial

Telebrás quer chip do Ceitec para faixa de 450 MHz

O Ceitec, a empresa pública de semicondutores, começou a desenvolver um chip que usará a tecnologia WiMax na faixa de 450 MHz com foco no Plano Nacional de Banda Larga e, particularmente, em uma negociação que envolve a Telebrás e fabricantes nacionais de equipamentos.

Essas negociações avançaram ainda no ano passado e agora só dependem do tamanho do apetite de fabricantes como Asga, Parks e Gigacom para dimensionar o projeto – a posição das empresas deve ser definida em uma reunião prevista para acontecer nesta semana em Porto Alegre-RS.

A lógica é usar o poder de compra da Telebrás para incentivar os fabricantes nacionais a apostarem no chip e desenvolverem produtos com a configuração que usa as qualidades da faixa de 450 MHz para levar as conexões em banda larga para fora dos grandes centros urbanos.

O Ceitec ainda evita detalhar o projeto, no aguardo da nova conversa com as empresas. Mas a maior interessada, a Telebrás, confirma o papel de comprador final. “Vamos entrar com as encomendas e assegurar mercado para esses equipamentos”, diz o presidente da estatal, Rogério Santanna.

O desenvolvimento já começou, inclusive com a contratação de pessoal pelo Ceitec. Até setembro, a expectativa é de que a “sala limpa” da empresa pública esteja pronta, que a produção comece em 2012 e os equipamentos estejam disponíveis em dois anos e meio. O cronograma também faz parte da negociação para casar com metas do PNBL.

O uso da faixa de 450 MHz é tratado como solução ideal para garantir conexões na área rural ou mesmo em cidades menores. Com o WiMax, uma antena pode levar o sinal a um raio de 60 km, o que reduz os custos com infraestrutura. No lado dos consumidores, a expectativa preliminar é de que modems com esse chip custem cerca de R$ 200.

Sob medida
A negociação em curso sinaliza que são boas as chances de a faixa de 450 MHz ficar com a reestruturada estatal. No início de dezembro, quando aprovou as regras de canalização da radiofrequência, a Anatel já tinha conhecimento das conversas entre a Telebrás, o Ceitec e as fabricantes nacionais.

No regulamento dos 450 MHz, a agência previu a possibilidade de os blocos de 7+7 MHz desta faixa serem atribuídos pela via do chamamento público, podendo, portanto, caber a algum ente estatal a tarefa de cumprir com os objetivos de ampliação do acesso à internet no interior do país.

fonte: Convergência Digital

UEMG promove incubadora de empresas

A Incubadora de Empresas de Design (IED) é um dos programas coordenados pelo Centro Design Empresa e apresenta-se como uma instituição sem fins lucrativos, vinculada à Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Inaugurada em 2006, tem como finalidade auxiliar na implementação de empreendimentos e empresas de design, cujos produtos - processos ou serviços - sejam inovadores, com foco, dentre outros, nas micro e pequenas empresas no Estado de Minas Gerais.

Ministro de Ciência e Tecnologia acredita na importância de se investir em Incubadoras e Parques Tecnológicos

Em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, concedida a jornalista Marta Salomon, intitulada “Investimento em Inovação exige que Finep vire banco", Aloizio Mercadante, novo ministro de Ciência e Tecnologia, anunciou que pretende transformar a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública responsável por bancar projetos na área de ciência e tecnologia, em instituição financeira. Segundo ele, seria uma forma de aumentar os investimentos no setor.

Mercandante também explicou o papel do ministério no governo de Dilma Roussef, dizendo que o Brasil, apesar dos problemas enfrentados, relacionados aos juros, câmbio, carga tributária, infraestrutura, é uma economia que voltou a crescer. E para ele, “isso significa que temos de focar na inovação como o grande desafio da indústria e da economia brasileira. A questão da sustentabilidade e a questão da sociedade do conhecimento são grandes desafios”.

Em conversa com a presidente, Dilma Roussef, Mercadante lembra que enfatizou a importância de olhar um pouco mais adiante e ver que essas cidades deviam estar preocupadas em montar uma incubadora de empresas com base tecnológica para estimular o empreendedorismo, pensar em parques tecnológicos para atrair empresas que vão criar emprego de qualidade e pesquisa. E diz que foi possível negociar e a verba vai voltar para o orçamento, porque a presidente assegurou que voltará.

9 de fev de 2011

Pressupostos para uma cidade participativa: governar é fazer - ato I.

Governar é fazer.

Fazer sem valorizar extrema e radicalmente as relações e interesses humanos envolvidos é negligenciar a materialidade e as necessidades existentes. É mergulhar em um precipício ideológico que desumaniza, esconde e destrói a capacidade criativa do sujeito.

O modelo de estado burguês, em todos os níveis, tende a criar precipícios que absorvem o sujeito envolvido no ato de fazer. Coloca-lhe um conjunto de lentes turvas que não lhe permitem agir conforme a realidade e a necessidade.

O fazer do ato de governar passa a ser uma atividade sobre humana. Alimenta-se a cada dia de problemas ideológicos e afasta-se da realidade das necessidades e das vontades que formam as relações que dão vida à civilidade e à realidade.

A grande contribuição do materialismo histórico e da pedagogia dialética no modo de agir humano é munir o nosso pensar de uma lógica e de instrumentos organizadores da realidade que, como âncora, esta sempre impulsionada para o real, independente da característica virtual do modo de pensar o fazer do sujeito.

A esquerda brasileira, em seu avanço cambaleante, violentado pelas teorias mal acabadas do materialismo que estamos construindo, aliada a capacidade de ilusão quase real imposta pelo modelo de produção capitalista agindo sedutoramente na base psicológica do sujeito sonhador, consumidor e mítico, esta esquerda, entra em uma crise histórica e desafiadora, quando se propõe a gerir sem as reformas necessárias, o modelo ideológico do estado e organização social burguesa.

Mas o processo revolucionário, natural e pressuposto da vida, não será, enquanto existirmos, anulado. Pode com certeza ser postergado por catástrofes naturais e defeitos, também naturais, da formação cultural humana. Porém ele avança e se consolida a cada momento.
A evolução diária perceptível aos olhos de todos que se maravilham com a vida, com as coisas e principalmente, suas combinações cria no sujeito um fenômeno sobre humano mas extremamente humanizado, traduzido pelos cristão como fé. A fé na vida que para uma pedagogia religiosa é chamada de fé em Deus, é um desafio natural muito próprio daqueles que diariamente se colocam, ao deitar e ao se levantar na nobre arte que só "os animais que sabem" podem desenvolver: o fazer. Ser condenado à humanidade profunda é a pena que nos submetemos desde quando eramos nômades sobre a terra.

fim do ato I.

8 de fev de 2011

55 British in Concert

O festival "British in Concert" chega a sua 55a edição e traz a Suzano mais uma atração internacional. Promovido pela British Academy e a Prefeitura Muncipal de Suzano, o violiista e compositor argentino Frederico Nunez se apresenta dia 12 de fevereiro (sábado) no Teatro Municipal Dr Armando de Ré a partir das 20h. Participe é um grande presente dos organizadores para todos nós.

Dilma Rousseff deu o pontapé inicial do Programa de Erradicação da Extrema Pobreza

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff deu o pontapé inicial do Programa de Erradicação da Extrema Pobreza e nomeou como secretária-executiva do projeto Ana Fonseca, que ajudou a consolidar o Bolsa Família no governo Lula. De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o plano que será desenvolvido terá metas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), embora não tenha uma data definitiva para ter fim. A iniciativa foi divulgada, nesta quinta-feira, na primeira reunião interministerial para debater o tema.

- Nós tiramos hoje, fundamentalmente um modelo de gestão. Nós vamos construir um modelo de gestão como fizemos para o PAC, onde queremos ter metas claras, condições de monitoramento, queremos prestar contas para a sociedade e para a imprensa sobre o monitoramento dessas metas - declarou.

A reunião interministerial estabeleceu um plano geral de trabalho que prevê três frentes: a inclusão produtiva dos mais pobres, ampliação da rede de serviços e continuidade e aprofundamento do trabalho de transferência de renda.

Tereza Campello ressaltou que o novo programa não será um Fome Zero, lançado logo no início do governo Lula, em 2003, e que acabou naufragando.
- Não é o Fome Zero. O conjunto de programas que já estamos fazendo continua. Mas não é uma soma de programas. Não vamos atacar a agenda da extrema pobreza somente com transferência de renda. Ao contrário. Nossa agenda é de inclusão social e produtiva, de ampliação da rede de serviços públicos, como saneamento, oferta de água, saúde, educação, qualificação profissional. É uma agenda focada na pauta de extrema pobreza, mas que conta com um conjunto de ofertas de ampliação de cidadania e oportunidade de emprego - explicou.

O programa terá ainda um comitê gestor organizado pelo centro do governo e coordenado pelo ministério do Desenvolvimento Social.

- Vamos organizar essas metas e trabalhar em reuniões bilaterais e no comitê gestor para organizar o desenho geral do programa e logo que isso estiver organizado vamos apresentar para a sociedade, para os governos estaduais e municipais, que são parceiros estratégicos para que a gente consiga avançar -afirmou.

5 de fev de 2011

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Proposta para uma "Veneza" Suzanense e do Alto Tie...

P.P.P. Plebeu... tributo à irreverência: Proposta para uma "Veneza" Suzanense e do Alto Tie...: "foto de André Bonacin Cravados em uma das áreas mais belas da cidade de Suzano o Parque Maria Helena, Vila Helenice, Vila Maluf e Vila Mar..."

tributo à irreverência

Proposta para uma "Veneza" Suzanense e do Alto Tietê.

foto de André Bonacin


1. O Plebeu pede desculpas aos que aqui neste espaço bucaram algum objeto de reflexão, crítica, análise, contrária ou a favor aos temas abordados.

2. No caso específico deste tema retomaremos após revizarmos aspectos pedagógicos e aprofundarmos vários estudos que se fazem necessários.

3. Estaremos aprofundando conceitos e reavaliando o melhor tempo para alimentar este debate. Talvez não haja possibilidades de retomar em espaço tão curto.

Rosenil Barros Orfão.
Militante político.
Filósofo: pensador urbanista e da filosofia da informação.

1 de fev de 2011

Mogi News: entre a lama, as enchentes e a extorsão (de novo ???)

Aquele jornalzinho denominado Mogi News, com seu braço podre oriundo de seu cérebro de mesma qualificação que caminha entre a lama e a extorsão, ( é contra a saúde publica no município de suzano, fica espezinhando o setor com baixarias e informações equivocadas à população ), retoma mais uma vez sua saga maldita contra o povo de Suzano e contra o governo popular veiculando informações incorretas, infundadas, equivocadas e de mal agrouro sobre a questão fundiária da cidade de Suzano.

Em sua edição de hoje (01fev2010) aborda questões sobre o Programa Municipal de Implementação Participativa do Plano Diretor do Município e também sobre o grave e antigo problema fundiário em nossa cidade, um problema antigo que possui tragédias sempre novas, e que graças a Deus, por conta de ações eficazes do governo popular de Suzano, nos últimos seis anos, nada de gravíssimo aconteceu em nosso território neste ano de fortes chuvas em várias regiões de nosso país, inclusive na nossa.

Fazer a crítica é um direito da imprensa, da população organizada e também de todo cidadão, porém cabe a imprensa o importante papel social de garantir o direito à informação à nossa gente. Coisa que este jornal, por conta de seus interesses, provavelmente inconfessáveis,  deixou de fazer a muito tempo.

Cabe aqui, a meu ver estas observações, no intuito de ajudar e contribuir para que seja aprofundado e retomado o debate sobre as questões fundiárias na cidade, assunto que vem sendo enfrentado com muito vigor pelo governo popular com a coordenação competente e tenaz da Secretaria de Política Urbana e de Meio Ambiente.

Contudo, a organização fundiária e o direito à cidade, é uma questão grave, erros ocorreram e ainda ocorrem sobre a questão. Resolvê-la é uma tarefa que demanda ações de curto, médio e longo prazo. É necessário o envolvimento de amplos setores da sociedade, principalmente da Câmara Municipal, que nestes períodos passados, furtou-se a contribuir. Questão que, esperamos, estar superada com a nova administração da mesa legislativa.

Também é necessário a articulação com outros níveis de governo, principalmente o estadual, para que soluções integradas e permanentes sejam implementadas. Redesenhar o modelo de urbanização de nossas cidades neste século que se inicia é o grande debate que deve ser desenvolvido, formulado, articulado e sistematizado. Para isto a imprensa tem um papel importante. Porém com organismos podres como este tal de Mogi News, em vez de ajudar, as coisas podem ficar cada vez mais complicadas.

Contra fatos não há argumentos. Fazer a crítica às instâncias de governo é legítimo e correto. Também as faço. Porém não reconhecer que existe hoje na cidade de Suzano um amplo programa de implementação da Cidade Legal e de garantia de direitos à população para ocupação sustentável do território do município é uma atitude muito bandida.

Saudações a todos. O debate continua.