28 de jan de 2011

Há sempre vários caminhos

Há sempre vários caminhos,

em todos, varios passos,
dos passos, varios: modos,
velocidades, tamanhos.
Acompanhados ou não.

Segue aqui um pouco de Ghandhi,
de Tchê, de Doroty e Netinho,
Também de Jesus, o Cristo,
e de Jesus, o Paulo Rita,
seguem também um pouco do plebeu.
Nestes passos não queria estar só,
Queria estar contigo,

Aprender os modos,
calibrar a velocidade,
avançar com energia,
e aprender acompanhado,
não só de sonhos,
mas de toda nossa concretude.

O tempo voa,
não quero aqui cantar atoa,
viver então a dor
é o que nos abre caminhos,
para alguma esperânça.
Uma esperânça militante.

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