18 de jan de 2011

Daqui pra frente, tudo, vai ser diferente: percepção do otimismo.

2010 promete ser mais uma etapa de nossa existência recheada de grandes transformações. Quem por aqui estiver, em dezembro poderá testemunhar. A velocidade com que formos dando respostas novas para velhos desafios, será o grande elemento harmonizador destas mudanças.

Isto exige que estejamos antenados naquilo que está sob nossa área de influencia e de ação. O maior ganho que teremos nesta etapa é a capacidade em agir coletivamente. Cada vez mais as pessoas estão preparadas para sua autogestão e aprofundamento daquilo que chamamos "se vira".

Não existe mais, para a grande maioria nenhum impedimento para que novas experiências e novos desafios sejam enfrentados. Com a mudança rápida do mundo do trabalho, com o aparecimento em rítimo de uma bateria de escola de samba, das novas tecnologias, principalmente as da informação. A capacidade de operar organizado e em sintonia no conjunto maior das comunidades é o novo cenário que se anuncia.

De certo modo estamos começando a viver, com novas técnicas, pincéis, telas, máquinas, conhecimentos e vocações a grande revolução romântica dos finais do século XVIII. Onde a busca frenética do significado da vida se colocou como grande motor para o desabrochar da psicologia, sociologia, nova economia e criou as bases para o atual estágio de globalização que vivemos.

Duas são as diferenças básicas para os termos atuais: primeiro, hoje temos a capacidade de ditar, apesar de exigir esforço gigantesco, mas temos a capacidade de ditar as diretrizes, os valores e o modo como se deve prosseguir o movimento global. Descobrir quem é este novo sujeito organizador das relações é o "pulo do gato" que nossa geração vai experimentar em loco nos próximos meses.

A segunda, com relação aos românticos, dando nos uma vantagem quase infinita sobre a realidade que viviam à época, é termos herdado toda a capacidade e a genialidade do modo como enfrentaram seus problemas éticos, políticos e o grandes momentos de angustia e melancolia, que apesar de permanecerem, podem, hoje, serem vistos e vividos a partir de uma perspectiva privilegiada da história e do movimento humano.

Nada será como dantes.....  vários poetas já disseram.... chegou a hora....

PS:
Não pensem que estou doido. É isto mesmo.....

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