20 de ago de 2010

Mercado Imobiliário: poucas empresas perdem com intervenção do Mogi News.

O "boom" do mercado imobiliário no Brasil é evidente e conhecido por todos, nacional e internacionalmente. Em Suzano este avanço, que acontece bem antes do anúncio do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, tem base fundamentadas na estratégia do Governo Local organizada em cinco pontos: modernização da malha viária local; implantação do polo científico e de desenvolvimento tecnológico do Jardim Monte Cristo; o plano de modernização do centro da cidade e centros de bairros com as operações urbanas; fortalecimento e modernização da máquina pública e do processo de implantação das políticas públicas com participação popular; e combate a currupção.





Caminhando entre a "lama e a extorsão", a empresa Mogi News, jornal escroto da região, que possui braços podres que crescem de tempos em tempos, que pela própria podridão se despedaçam no contato com o meio ambiente, a exemplo do "correio do alto tietê" em 2004/2005, e agora com o "diário do alto tietê", que todo dia destila seu fel contra a cidade de Suzano, aventuram-se a serem portadores da organização do setor imobiliário da cidade e da região. Parecem que estão querendo mudar de ramo. Mas se quiserem tranportar sua falta de ética, que possuem no jornalismo, para o setor imobiliário, vão se dar mal do mesmo jeito.

Como são poucas as empresas que estão, até por desconhecimento, aproximando sua imagem desta marca podre do jornalismo local o impacto negativo no setor será pequeno. Outro ponto que nos deixa bem tranquilos é que sempre é tempo dos grandes e bons empresários fortalecerem suas parcerias e num processo catártico, purificarem suas relações. O momento é tão bom que, é possível, desde que não se descuidem, cometer alguns erros como este  na relação com empresa de jornalismo tão escrota.

Quando olho para o Brasil e para nossa cidade e vejo como é possível, hoje, fazermos coisas que em um passado recente era improvável que se pudesse sequer pensar quanto mais fazer, necessariamente vejo que evoluímos e melhoramos muito.  Agora é possível desfrutarmos de uma liberdade nos vários campos da vida que foi muito difícil conquistar. Muitos que vieram antes de nós doaram seu tempo, seu esforço e suas vidas para que hoje possamos ter um ambiente social e cultural mais tolerante, mais humano e que respeite o direito de cada criança, de cada jovem e de cada homem e mulher.

O patrimônio de uma cidade se dá pela somatoria de todas as suas riquezas: materiais e imateriais. A cidade de Suzano possui um conjunto de qualidades singulares que desperta em todos nós um grande conjunto de sentimentos e de atitudes que permitem, que a cada dia, nos sintamos cada vez mais comprometidos com sua construção e sua evolução.

Mas não compete somente ao poder público, com o correto uso dos recursos, mudar esta realidade.  Outros atores importantes contribuem de modo significativo para a equação dos índices injustos aos quais nossa cidade esteve, anos a fio, submetidos. O principal deles é a criação de um ambiente profícuo de acesso à direitos por todos e todas.

O povo de Suzano não precisa de "queba galho" ou "favorzinho". Trata-se de um povo trabalhador que constrói seu futuro com o trabalho de suas próprias mãos. Necessita sim, ter seus direitos respeitados e ter um ambiente que permita sua mobilidade social. Pois "direito não se pede, se conquista. Se arranca, não se medinga".

Neste sentido faço este debate aqui. Para deixar claro nossa indignação com a irresponsabilidade de alguns, que a luz do dia querem tomar de assalto nosso bem mais precioso, que é nossa honra e nosso compromisso com o bem comum. Temos fé e entendimento que através do debate é possível definir a verdade e construir coletivamente um real entendimento sobre nossa realidade.

Rosenil Barros Orfão.
Filósofo

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