27 de jul de 2010

Estranhamente imprensa local não divulga cassação do Candidato do DEM

Por determinação da Procuradoria Eleitoral de São Paulo foi conduzida à impugnação aa candidatura a deputado estadual do ex-subprefeito de guaianases Estevão Galvão de Oliveira. A decisão foi baseada na lei complementar 135/2010 conhecida como Lei da Ficha Limpa.

Estranhamente tal tema passou despercebido pela imprensa local. Não obstante a importância do tema para o processo eleitoral, considerando que o ex-prefeito é um dos principais quadros da política local a disputar o pleito, o fato ao qual o porder judiciário se baseou para a ação de impugnação é ligado a um tema extremamente debatido nos últimos dias na cidade, a pauta do funcionalismo municipal.

A condenação se deu por conta do prefeito da cidade em 2002 ter concedido reajuste salarial aos seu primeiro escalão de governo e ao mesmo tempo não ter dado aumento aos funcionários públicos.


Estranho também que a direção pelega do sindicato à epoca sequer esboçou uma greve.....

22 de jul de 2010

Mais crimes do Mogi News na cidade e na região.

O Mogi News, travestido de Diário do Alto Tietê,  jornalzinho de baixíssima qualidade e desprovido de qualquer sentido ético e de respeito à nobre arte de comunicar, após avançar em verdadeiro processo de extorsão junto ao Governo Popular de Suzano e outras prefeituras e câmaras municipais da região, continua cometendo diversos tipos de crimes.



Falo de modo mais específico sobre o editorial emitido em 22jul2010, que vem recheado de preconceitos, demagogias e crimes contra a pessoa e de racismo. E também da edição de 07jul2010 que além de trazer uma manchete racista contra os moradores de rua, incentiva as políticas higienistas contra a população.

Este jornal, com sua gana de acumular o vil metal custe o que custar, crias linhas editoriais extremamente contraditórias. Quando possuem a expectativa de serem atendidos em suas infames solicitações passam um período adulando e lambendo botas das autoridaes e do poder. Ao encontrar alguem, como Marcelo Candido, que não cede às suas chantagens, passam a lançar mão de artifícios e instrumentos na tentativa de acuar a autoridade via insana disputa pela mídia.

Porém esta tentativa, esperamos nós, não vai ter sucesso. Este jornal a cada dia perde credibilidade. Sua tiragem é uma piada, e para contornar esta situação, passaram a panfletar o jornal nas residências. Continuaremos firmes em nossa luta. O que estão tentando fazer, em sua insana vontade de lançar mão do recurso público a qualquer custo, encontrou uma força que está disposta a pagar para ver. Este é o Governo Popular de Suzano. Vamos continuar firmes em nossos princípios, tenho certeza que a verdade e nossa energia são capazes de fazer deste limão uma grande limonada.

Ocupação no Jardim Alterópolis

Estive dialogando com as treze famílias que promovem a ocupação no Jardim Alterópolis. São treze barracos de madeira que na verdade, dentro da ética da resistência do movimento popular, garantem a situação de ocupação por parte das famílias naquele local, mas que por outro lado, coloca todas elas em situação de moradia extremamamente precária e também contrárias à legislação vigente.

Para resolver este problema, a pouco tempo atrás o poder púlbico local utiliza-se, sem pestanejar, das ações judiciais pertinente e a força de polícia contra as famílias.

Hoje esta realidade é diferente. O Governo Popular de Suzano, desde janeiro de 2005, vem dotando o município, em sintonia com o Ministério das Cidades do Governo Lula, de uma verdadeira e eficaz política púlbica de habitação e direito ao espaço urbano com moradia digna.

Por conta disto foi possível estabelecer, a partir da iniciativa dos moradores da área ocupada e da capacidade política do governo, um pacto com as famílias da área, para que, no prazo mais curto possível, consigamos dar um contorno menos grave a estas treze famílias, especificamente.

Garantimos a interlocução, oficial e sistematizada das famílias com a legitimação de uma comissão de moradores e as áreas específicas da política de participação popular do Governo Democrático Municipal.

É uma tarefa difícil, mas dado ao histórico das conquistas já consolidadas, temos certeza que chegaremos a bom termo. O caminho é a apropriação da política e das soluções existentes por parte das famílias. Ao governo cabe facilitar, dentro daquilo que já foi construido de instrumentos legais, as condições objetivas e o apoio adequado às famílias. Vamos todos a luta.

18 de jul de 2010

SERRA MOSTRA QUE QUEM NAO FAZ A PROPAGANDA DO PSDB TA FORA

O PSDB quer o seu controle e não,  a democratização e o controle social da midia.

Veja porque:

Nassif: morre mais um jornalista
no pedágio da TV Cultura de SP

    Publicado em 09/07/2010

Sayad (E) acabou como o outro (D): virou exterminador de jornalista



Saiu no blog do Nassif:


Pedágio derruba mais um jornalista da TV Cultura

Há uma semana, Gabriel Priolli foi indicado diretor de jornalismo da TV Cultura.

Ontem, planejou uma matéria sobre os pedágios paulistas. Foram ouvidos Geraldo Alckmin e Aloízio Mercadante, candidatos ao governo do estado. Tentou-se ouvir a Secretaria dos Transportes, que não quis dar entrevistas. O jornalismo pediu ao menos uma nota oficial. Acabaram não se pronunciando.
Sete horas da noite, o novo vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Fernando Vieira de Mello, chamou Priolli em sua sala. Na volta, Priolli informou que a matéria teria que ser derrubada. Tiveram que improvisar uma matéria anódina sobre as viagens dos candidatos.
Hoje, Priolli foi demitido do cargo. Não durou uma semana.
Semana passada foi Heródoto Barbeiro, demitido do cargo de apresentador do Roda Viva devido às perguntas sobre pedágio feitas ao candidato José Serra.
Para quem ainda têm dúvidas: a maior ameaça à liberdade de imprensa que esse país jamais enfrentou, nas últimas décadas, seria se, por desgraça, Serra juntasse ao poder de mídia, que já tem, o poder de Estado.
Rosangela Rigo 11 9949 1257

3 de jul de 2010

Sistematizando a Participação Popular

Quando olho para o Brasil e para nossa cidade e vejo como é possível, hoje, fazermos coisas que em um passado recente era improvável que se pudesse sequer pensar quanto mais fazer, necessariamente vejo que evoluímos e melhoramos muito.  Agora é possível desfrutarmos de uma liberdade nos vários campos da vida que foi muito difícil conquistar. Muitos que vieram antes de nós doaram seu tempo, seu esforço e suas vidas para que hoje possamos ter um ambiente social e cultural mais tolerante, mais humano e que respeite o direito de cada criança, de cada jovem e de cada homem e mulher.

Mas a liberdade é sempre um movimento. Para permanecer deve sempre avançar. As evoluções que tivemos são conquistas que precisam ser consolidadas e aperfeiçoadas. A prática social para a qual somos impelidos deve estar submetida às nossas vontades e aos nossos anseios, e estes, devem ser humanamente construídos. Não é mais tolerável permitir que as pessoas sejam manipuladas, não sejam respeitadas, não sejam tratadas com igualdade por cada uma das relações que criamos. Esta busca da construção da igualdade é uma tarefa de todos. Se ainda temos oprimidos, o que amplamente ocorre, é porque a ação de opressão encontra guarida em vários nichos sociais.

Entendê-los, dominá-los e recriar aquilo que precisa ser recriado é o caminho. Para fazê-lo é necessário um aprofundamento de nossa percepção e uma consequente maturação de nossas consciências. O método para isto e a a apropriação das coisas que nos rodeiam com o aprofundamento do sentido de cada uma delas.  A prioridade deste domínio deve ser dado naquilo que, em primeiro plano, é de todos nós. De todas as coisas que criamos, a mais coletiva é o aparelho de Estado. Fazer com que este ente cumpra seu efetivo papel é um exercício que deve lançar mão de um verdadeiro sistema de Participação Popular. Sua abrangência só se dará adequadamente a partir da apropriação coletiva do poder político, da legislação e do orçamento público.

Por conta disto, é política estruturante do governo popular a discussão pública do Orçamento. Isto se dá através das dinâmicas daquilo que chamamos de OP (Orçamento Participativo). Venha contribuir e construir a consolidação deste processo. O caminho está aberto. Nossa cidade será aquilo que dela fizermos hoje. Vamos fazê-la para todos e todas.

2 de jul de 2010

Eterno devir, humano pensar.


Poder e Amor
Lados e lemas
Congruentes,
Instantâneos e eternos
Catalisa, purifica e separa


Cria o novo
Conserva o existente
Compromete os passos
Constroem o caminhar
Mesmo sem caminho
Os passos a passar.


Fui então confessar
O processo do pensar
A  natureza do agir
Na prisão do medo
Rompida pela angustia
Formalizando melancólica liberdade.

Rompe grilhões
Constroi pontes
entre tempos
e sentimentos
Aponta ao infinito
nos instantes eternos
da beleza da vida
com doçura, dor e penar.

Rosenil-julho2010