29 de jun de 2010

Grandes tarefas e linhas de atuação.

Se alguém me perguntasse a poucos anos: o que fazer? Confesso que teria dificuldades em formular uma resposta, mesmo sendo, esta questão, tão presente na luta por um mundo mais igual, justo e solidário. Ter na ponta da língua tal resposta passa por um exercício de vida. Lugar e tempo necessário para apropriarmos, de modo adequado, do ritmo e do movimento das coisas.

De todas que nos circundam, nos formam, influenciam, ensinam e nos faz, três são pressupostos, interdependentes e  complementares: 1) cuide da prole, 2) do trabalho e 3) domine coletivamente os meios de produção. Torne-se então um homem (mulher) livre e liberte, a partir daí, toda a humanidade.

Este pensamento revolucionário, que penso formular, só não é tão velho como o O2 e a H2O. O fogo provavelmente vem depois dele. De todas as coisas que a cultura, qualquer delas, consegue produzir, só se perpetua se tiver como meta a liberdade e seu sentido pleno. A apropriação por nossa racionalidade daquilo que existe, fenômeno natural, mas por nós aperfeiçoado dada a nossa natureza, provoca nossa constituição e nos desafia a cada tempo a avançar.

O ritmo e o movimento disto tudo demanda nossa percepção, consciência, atitude, ação e relação.

Isto posto passamos agora e saborear e enfrentar cada parte destas grandes linhas e fazer de cada uma delas, tarefas inerentes ao nosso tempo e nosso próprio significado.

O método que utilizaremos é da análise fenomenológica alternado a uma abordagem teleológica e de significado do ver, julgar e agir.

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