28 de mai de 2010

Suzano: 2010 reafirma tendência de fortalecimento da cidade.

  • Diálogo da Economia do Alto Tietê e os avanços do Brasil torna-se um marco importante.
  • Marta, junto com José Candido e Marcelo Candido, elevam o Alto Tietê ao Circuito Nacional.
  • Mogi News, travestido de "Correio e Diário do Alto Tietê", faz nova investida contra Suzano
  • Marcelo Cândido demonstra capacidade em unificar base de apoio e fortalecer projeto do Brasil e do estado de São Paulo.
  • José Cândido, deputado estadual, demonstra firmeza e sabedoria na condução de Diálogo.

25 de mai de 2010

Em nossa cidade começamos a ser felizes.!

Conhecer a cidade, seu território, sua relações econômicas, sua produção e reprodução cultural é uma tarefa nem sempre fácil. Nós que aqui vivemos, trabalhamos, sonhamos, construímos nossa família, enfrentamos nossos desafios diários, compartilhamos tristezas e alegrias, avançamos a cada momento neste complexo emaranhado de coisas que compõem nossa cidade. Muitas vezes não nos damos conta das riquezas e das necessidades que nos envolvem. Mas o fato é: “em nossa cidade é que começamos a ser o que somos.


O dia a dia na vivência de nossa própria existência enquanto homem e mulher, por natureza, se cria a sensação de suficiência que envolve de modo extremamente profundo nossa percepção e nossa consciência em torno daquilo que nos rodeia e naquilo que para cada um é mais imediato.

Porém esta é uma falsa sensação. Nosso espírito humano, nosso pensar, nosso sentir e agir nos leva sempre a uma busca de um “algo mais”. Esta busca, seu sentido, sua dinâmica, sua direção e o lugar em que se dá, varia de pessoa para pessoa. Muitos buscam se completar nas igrejas, outros no trabalho, outros em atividades sociais, enfim, a socialização é um fenômeno no qual cada um de nós, de algum  modo, é protagonista.

Quando olho para o Brasil e para nossa cidade e vejo como é possível, hoje, fazermos coisas que em um passado recente era improvável que se pudesse sequer pensar quanto mais fazer, necessariamente vejo que evoluímos e melhoramos muito.  Agora é possível desfrutarmos de uma liberdade nos vários campos da vida que foi muito difícil conquistar. Muitos que vieram antes de nós doaram seu tempo, seu esforço e suas vidas para que hoje possamos ter um ambiente social e cultural mais tolerante, mais humano e que respeite o direito de cada criança, de cada jovem e de cada homem e mulher.

Mas a liberdade é sempre um movimento. Para permanecer deve sempre avançar. As evoluções que tivemos são conquistas que precisam ser consolidadas e aperfeiçoadas. A prática social para a qual somos impelidos deve estar submetida às nossas vontades e aos nossos anseios, e estes, devem ser humanamente construídos. Não é mais tolerável permitir que as pessoas sejam manipuladas, não sejam respeitadas, não sejam tratadas com igualdade por cada uma das relações que criamos. Esta busca da construção da igualdade é uma tarefa de todos. Se ainda temos oprimidos, o que amplamente ocorre, é porque a ação de opressão encontra guarida em vários nichos sociais.

Entendê-los, dominá-los e recriar aquilo que precisa ser recriado é o caminho. Para fazê-lo é necessário um aprofundamento de nossa percepção e uma consequente maturação de nossas consciências. O método para isto e a a apropriação das coisas que nos rodeiam com o aprofundamento do sentido de cada uma delas.  A prioridade deste domínio deve ser dado naquilo que, em primeiro plano, é de todos nós. De todas as coisas que criamos, a mais coletiva é o aparelho de Estado. Fazer com que este ente cumpra seu efetivo papel é um exercício que deve lançar mão de um verdadeiro sistema de Participação Popular. Seu funcionamento está alicerçado em três coisas: o poder político, a legislação e o orçamento público.

Por conta disto, é política estruturante do governo popular a discussão pública do Orçamento. Isto se dá através das dinâmicas daquilo que chamamos de OP (Orçamento Participativo). Venha contribuir e construir a consolidação deste processo. O caminho está aberto. Nossa cidade será aquilo que dela fizermos hoje. Vamos fazê-la para todos e todas.

Semana do Meio Ambiente

20 de mai de 2010

Da Imaginação à ação: a vida sempre dá um jeito

Vivendo em um mundo extremamente grande para elas, Jaqueline e Sofia participaram ontem da “cúpula” mais representativa  da organização social de suas vidas. Elas, ainda não sabem, mas vivem em sociedade, possuem direitos, indiretamente pagam impostos, vivem perigos diários, dão alegrias e sentido para a vida de seus pais, mas já sabem que brigam e brincam com seus irmãos, vão a escola, assistem televisão e fazem muitas outras coisas.

Com 07 e 06 anos de idade sequer podem imaginar o caminho que ainda podem e possuem direito a percorrer. Mas imaginam o que querem. Decidiram, na cúpula, que sua região tenha uma praia e um rio cheio de refrigerante. O rio de refrigerante tudo bem, mas a proposta da praia não foi consenso. Marcinha, 08 anos, disse que era impossível ter praia na região porque ela não tinha biquini para usar e sua família não podia comprar um.

Esta estória aconteceu no último 17mai2010, na Região do Jardim São José, composta pelos bairros São Bernardino, Santa Inês, Veraneio Juruá e Jardim Graziela onde ocorreu a primeira Plenária deliberativa do Orçamento Participativo promovida pelo Governo Popular de Suzano. Foi um momento de pura magia para quem lá esteve. Por um breve período foi possível a cada um de nós sentirmos, nas próprias mãos, como, juntos, é possível definir os rumos de nossa cidade e verificarmos em loco como este nosso mundo é grande, complexo, desafiador, mas que de algum modo, tudo isto que ocorre hoje, em nossas cidades, é fruto de nossas próprias ações humanas, sendo necessário  melhorar.


Foi possível repartir, nos debates nas salas, o que cada um pensa de sua cidade e de sua região. Após o diagnóstico, opiniões e propostas foram encaminhadas e acolhidas pela grande plenária que, composta pelos integrantes de todas as salas de debate, soberanamente decidiu o que era prioritário e oportuno para a região neste momento.

Denominada Região Crisântemo, dentro da dinâmica do Orçamento Participativo, nesta comunidade, foi possível verificar, mesmo que de leve, o amadurecimento do debate e a qualidade das demandas solicitadas e encaminhadas. A cinco anos todos os bairros desta região, exceto parte do Jardim São José, não contavam com ruas pavimentadas, com guias, drenagem e iluminação, posto de saúde e escolas adequadas. Esta realidade, agora é outra.

Neste sentido as prioridades e a tomada de decisão buscam o que realmente importa para a organização da realidade nas comunidades que vivemos. O papel do Estado na vida das famílias é aperfeiçoado quando, cada um, possui mais entendimento. Não há nada que não possa ser descoberto e enfrentado por uma comunidade unida em torno de sua vivência. A decisão para que a região possa ter um centro de cultura, lazer, formação e capacitação tem foco na população jovem conforme afirmou um dos conselheiros que participou entre os eleitos pela plenária.

Este processo ensina aos governantes, a cada momento, a importância de ouvir e incorporar nas etapas de Gestão da máquina pública os sentimentos e as percepções da comunidade organizada. Por outro lado, exige que cada morador e moradora, aumente e melhore sua integração nas ações coletivas. A participação é sempre uma via de duas mãos. Ocorre entre as pessoas e a sua organização social. Não é um lugar onde se pode comprar espaços ou participação. Para se fazer valer é necessário estar. Estar para “ser”. O que um dia, a partir do fortalecimento dos governos populares e do amadurecimento da Participação Popular, ocorrerá. Praias de justiça e rios repletos de solidariedade, muito além da imaginação.
[obs: o nome das crianças são fictícios. A estória é real]

17 de mai de 2010

Braço do corpo podre do Mogi News abandona Suzano: JÁ VAI TARDE

A irresponsável aventura do braço podre da Marca Mogi News deixa a cidade de Suzano mais uma vez. A ação do empresário aventureiro, filme dramático já vivido por jornalistas e profissionais de comunicação em 2004 com o "Correio do Alto Tietê". Marca de jornal que faliu por conta do mal jornalismo que exercia, volta a acontecer.

Não fosse o comprometimento que é feito com pessoas e trabalhadores da área, poderiamos dizer que foi bem feito o que aconteceu. É a resposta da população para uma empresa que não cumpre seu papel social. Trata com truculência, com soberba, mentiras, irresponsabilidades, falta de ética e ações criminosas uma importante funcão da sociedade: a comunicação social.

De uns tempos para cá vem atacando entre a "lama e a extorsão" a cidade e o governo de Suzano. Desde que perdeu a licitação dos atos oficiais do Governo Popular. Isto é um tipo de atitude que os leitores e os anunciantes não toleram.

12 de mai de 2010

A marca Mogi News está totalmente comprometida: crimes e abusos

A marca Mogi News está totalmente comprometida. Os crimes e abusos cometidos pelo empresário e por dois de seus jornalistas na condução desta empresa ficam evidentes e passam a ser investigados pelas forças policiais de nossa região e de nosso estado.

Muitas pessoas não sabem que Mogi News e Diário do Alto Tietê são frutos da mesma árvore. Uma árvore que a muito tempo deixou de ser regada pelas virtudes da ética, do profissionalismo e do interesse público. Passa a ser mais um dos exemplos concretos da sabedoria popular: “o fruto podre dentro da mesma cesta apodrece todos os outros”. Porém fico na dúvida: não sei se o DAT apodreceu o Mogi News ou se a raiz já era deformada criando um ente pior ainda.


Enquanto militante político, assim como muitos, nosso único patrimônio permanente é a própria força de trabalho. Nosso trabalho é estabelecido na capacidade e na vocação política. Para desenvolvê-lo adequadamente o esforço é diário. O sucesso e o resultado de nossa empreitada sempre se dá.

O esforço do militante político cedo ou tarde é reconhecido. Porém, a partir do entendimento que as pessoas possuem sobre nossa ação, o reconhecimento vem bem antes do que a gente espera. Quando isto ocorre nossa responsabilidade aumenta. Cada ação que desenvolvemos tem reflexos importantes e mais imediatos nas relações políticas da cidade. O sistema de produção e reprodução econômica e cultural influenciável e/ou dependente de nossa esfera de ação é também atingido. Nosso esforço permanece para que todo este movimento seja sempre positivo.

Porém quando atores sociais estão em risco, nosso dever é defender, sobre o ponto de vista ao qual fomos comprometidos legalmente. É por demais caro o direito das pessoas e das organizações. As que atuam em nosso território, fazem parte do processo vital de nossa relações humanas, políticas, econômicas, sociais e culturais. Por todos temos cuidados e responsabilidades.

Por conta disto alertamos sobre o desconforto que possam vir a ter ao permitir relação entre suas identidades empresariais com uma organização que caminha entre a “Lama e a Extorsão” na execução de um mal jornalismo.

Não necessitamos ficar respondendo a ataques pessoais e denuncias que ocorrem quando cometemos algum erro, ou quando pensam que cometemos algum. Nossa resposta deve ser dada sempre de modo concreto através do resultado objetivo dos trabalhos e das funções que conduzimos. Ninguém é perfeito. Se houve erro podemos corrigí-lo, se tivermos culpa ou dolo devemos responder por isso.

Tudo faz parte do resultado de nossa ações. Só erra quem tem a ousadia de fazer. Quanto a nós, por competência, zelo, energia para trabalhar, dedicação e cuidado temos consolidado direitos e criado um ambiente social humanizado e conseguido sucesso eficaz que salta aos olhos mesmo daqueles que não acreditam em um governo popular.

Carta enviada para: Caixa Econômica Federal; A. Godoi Imóveis; Cury Empreendimentos; Gênea Administração, Incorporações e participações; J. Bianchi Construtora; Mrv Engenharia; Porto Seguro Seguros; Predial Suzanensse Construções e Imcorporações; e Renovem Empreenimento Imobiliários.

Rosenil Barros Orfão
Seretário de Participação e Descentralização.
Governo Municipal de Suzano.

rosenil.orfao@gamil.com
orfao@terra.com.br

9 de mai de 2010

Conferência Regional de Saúde Mental: contradição - vitória e derrota

A Conferência Regional de Saúde Mental que teve lugar nos últimos dias 07 e 08 de maio na cidade paulista de Suzano reuniu um grupo importante e representativo de trabalhadores, usuários e intersetoriais do sistema público de saúde. Realmente uma grande vitória.

Organizada em tres eixos de discussão os debates foram importantes, e a meu ver, bastante intensos,  mesmo que precionada pelo tempo, percebeu-se um esforço em garantir a participação e a democratização do debate, das intervenções e do conteúdo. Considerando a dinâmica utilizada, que é um exercício importante e um método forte de construir conciências e ampliar o entendimento de cada um sobre os avanços conquistados e os desafios importantes que temos pela frente.

Mas ficou claro também que realmente ninguém é invulnerável a propaganda da mídia burguesa e à idelologia dominante. A conferência regional perdeu uma grande oportunidade em incluir nos documentos da conferência uma proposta de melhoria do financiamento do sistema público de saúde.

As propostas concretas para aumentar a capacidade orçamentária do sistema ficou "manca" quando coloca-se as metas para melhoria em termos de novas práticas, métodos e recursos, mas não enfrenta o problema crucial e concreto da falta de recursos materiais e financeiros do sistema.

Os conferencistas presentes deixaram claro que,  infelizmente, são ainda "presas fáceis" para a propaganda de desmonte do Estado e o fortalecimento das práticas mercadológicas no sistema de saúde, existente principalmente no Estado de São Paulo, que sequer chamou a conferência estadual.

O fato de termos a mais de vinte anos o mesmo modelo de política conduzindo nosso Estado, com certeza encontra respaldo no pouco entendimento do público, mesmo que qualificado, em perceber a relação existente entre as práticas de desmonte do Estado, a abertura de flancos para que a saúde pública seja tratada como mercadoria. Isto ocorre tanto na formação de novos profissionais como na própria execução dos serviços.

É uma pena que a etapa regional não tenha se atentado para este problema. Vamos ver se em São Bernardo do Campo as coisas possam avançar.

7 de mai de 2010

Poder Legislativo em Suzano


Câmara Municipal de Suzano e sua deficiência legislativa: problema não será solucionado com construção de novo prédio. Questão não é física.


A falta de representatividade política. 
A inexistência de democracia interna. 
A falta de capacidade técnica, política e administrativa da mesa diretora. 
A presença de ameaças e assédio aos funcionários da casa. 
A opressão junto à minoria parlamentar. 
O descompasso de uma maioria legislativa frente a vontade popular. 
A falta de prestação de contas para a população. 
A criação de um "frankstein" denominado G9. 
O excesso de gasto com publicidade. 
A inexistência de um presidente que represente o poder legislativo da cidade. 
O uso indicriminado dos 18 Milhões de recursos públicos anuais somente para fazer disputa política com o Governo Popular. 

São entre muitos outros, os verdadeiros temas que devem ser enfrentados para garantir um poder legislativo a altura do espírito republicano que os brasileiros e os suzanensses esperam de seus lideres.

5 de mai de 2010

O espaço político: a percepção

A leitura da realidade, sempre feita por várias lentes, desafia cada um de nós a construir entendimentos profundos sobre as coisas. Mesmo as mais simples. Em cada posição, em cada interesse e em cada finalidade.

Com o advento da tecnologia da informação, sustentada pela eficácia e evolução dos equipamentos eletrônicos, poderosos comandos e controles construídos através do domínio da energia transformada em linguagem de máquina, nossa geração observa "em loco" as transformações que se dão bem à frente de nosso nariz.

A menos de trinta anos o impacto dos novos "hardwares" e a evolução meteórica dos softwares, sequer poderia ser pensada pelas pessoas simples. Hoje o acesso as grandes redes de construção e reprodução econômica, cultural, científica, política pode se dar de modo instantâneo.

Conviver com estas inovações mexe com nossa pecepção e reestabelece nossa postura perante a realidade. Contudo, por mais poderosas que possam ser os avanços tecnológicos, por mais maravilhoso, também temeroso, que se demonstre nossa capacidade de criar novas ferramentas e aperfeiçoar nosso processo de produção e reprodução economica e cultural, os princípios e pressupostos relacionados ao sentido da vida, da busca pela justiça, da construção da moral e da ética, da necessidade de amar, sentir, viver e morrer permanecem.

O espaço da política, da arte, das ciência e das religiões são os territórios pelos quais caminham nossa percepção. Dominar a realidade, enquanto humanos,  é nosso anseio histórico. Me parece que também, eterno.... ! Viva a realidade e a existência sobre ela!

Com todo o cuidado, até para não querer ser melhor que ninguem. Somos grandes e maravilhosos, com certeza superaremos a mediocridade também. Esta, está no campo da ética, da coragem, do sentir e do viver simples e cotidiano. Perceber é o segredo. Enfrentar e desafiar é o caminho. Salve a irreverência!