28 de abr de 2010

O espaço político: visão de um sujeito.

Aprendemos com a vida. Este aprendizado nos dá sabedoria. Para mim bem pouquinha porque demoro para aprender. Espero recuperar, se tiver vida longa. Também aprendemos na escola, no trabalho, na unversidade. Este aprendizado nos dá conhecimento, para mim bem pouquinho porque invisto pouco tempo para estudar. Mas aprendi que conhecimento não é sinônimo de sabedoria. Mas quando criança, pensava que era. Quando criança sentia muito as coisas, hoje sinto um pouco menos. Mas hoje, penso muito as coisas, quando criança, pensava menos. Mas aprendi que as coisas que penso são as coisas que sinto. E descobri: só se pode sentir, as coisas, se profundamente, nelas pensar.

Que tal sentir a árvore? Já pensou na raiz? Em sua profundidade? Em sua força para penetrar a terra? Como uma raiz tão fininha, muitas vezes, penetra a terra, dura muitas vezes? E as folhas? Como são macias muitas vezes. Mas as vezes tem espinhos. Serve de pulmão, mas também de proteção. Serve para a própria arvore, mas também, para minha respiração.

Mas a árvore eu posso saber a vida toda, mas a vida toda posso não sentir e, na arvore, não pensar. Mas sei que ela está lá. Meu pulmão não para de respirar, por isto sei que ela está lá.

E outras coisas? É possível sentir e saber sem nela pensar? Algumas sim, algumas não.

A justiça? Posso sentir, posso saber sem nela pensar. Quem faz justiça não sou eu. Mas sei que ela está lá. Mas também sinto quando não está. Quando isto acontece, tem muita dor que dá, que também não penso nela, mas estava lá, porque veio para cá. Montada na morte, no roubo, na fome, na mentira, na cobiça, na avareza, na ganância, devia ter ficado por lá.

Mas aprendi, que fazer justiça não dá. Ela sempre vai estar lá. De lá não pode escapar. Para isto nela preciso pensar.

Quando criança, estas coisas, sequer podia imaginar. Mas agora, serei covarde se isto não mudar. Pois quando criança sentia muita dor. Hoje sinto  menos. Mas não consigo, na dor parar de pensar. Tinha dor de dente, faltava dinheiro, não tinha Brasil Sorridente, minha mãe e minha gente, ficava neste lugar, mas hoje tem mais criança que dor vai aprender, não tem outro jeito, mas que a dor não seja a falta de justiça, por falta de nosso pensar.

Mas só pensar não me completa, aprendi que tenho que fazer. Aí um dia começa o fazer. Mas percebi que sempre fazia, só que fazia sem pensar. Neste tempo já não era mais criança,  pensava que era adulto, dono do sentir, achando dono do pensar, foi em casa, na escola, no trabalho que aprendi ser gente, cidadão, conhecedor., mas sempre fazedor. Trabalhador. Morrerei assim?

Talvez.

Mas hoje sinto que penso o trabalho, o fazer, o sentir e o próprio pensar.  A vida me ensina. Ganho sabedoria. Sabedoria popular. O espaço do trabalho é o espaço do fazer. Colocava o carro na frente dos bois, hoje sei que todo boi tem seu lugar. E se é boi: não gosta de trabalhar. Mas se é gente sabe que nisto tem que pensar.

27 de abr de 2010

Sub comitê de Bacias do Alto Tietê

Relação com Poder Legislativo sempre conflituosa

Organizar e sistematizar a participação popular nas cidades

O processo de Participação Popular neste início de século ganha novos contornos e possibilidades de novas sistematizações com o advento e o aprofundamento do uso das redes sob a édge da tecnologia da informação.

A própria tecnologia da informação ganha, também novos contornos, por se tratar em última instância de uma nova liguagem. Sua natureza autocriadora, implicito enquanto instrumento do sujeito no processo de apropriação da realidade, brinda a todos, a cada momento, com avanços extraordinários.

A velocidade desta nova linguagem em adaptar-se ao seu próprio avanço é o novo divisor de águas na construção das relações humanas tanto na dimensão sensível e material como na dimensão inteligível entre sujeito, razão, objeto, espaço, tempo e movimento.

Aprofundar e tornar amplamente perceptível a todos esta nova realidade é questão de tempo. Um tempo muito curto. Dar consequência prática na esfera da política, da economia, da cultura e da construção coletiva da realidade, dentro destes novos paradigmas, é tarefa eminente de cada ator social.

Por conta disto propomos este exercício de "organização e sistematização da participação popular" como método de ação  coletiva porém extremamente preocupada em garantir as "identidades" de cada pessoa e de cada ente envovido nesta dinâmica, que não é nova em sua forma, mas é totalmente diferente em seu modo e operação.

26 de abr de 2010

A democracia participativa: ecos jurídicos: uma esperânça forte

Nosso esforço de consolidação do Governo Popular, com base na conquista do poder executivo local a partir da política pode e irá avançar. Contudo o conjunto de contradições que somos obrigados a operar em nosso dia a dia, tanto no âmbito dos entendimentos sobre os avanços e desafios como na natureza da máquina pública as vezes nos faz pensar que o espaço de retrocesso e a possibilidade de retorno ronda a todos.

Mas não nos compete vacilar nem abrir mão de nosso otimismo. Mesmo que os dias sejam duros....

O estudo de Gabriela Soares Balestero intitulado:

Poder público deve resgatar democracria participativa  

passa a fazer parte de nosso estudos. Mesmo sem ter tido oportunidades anteriores, e até por isso, queremos aqui agradecê-la.

24 de abr de 2010

Educação: conjuntura e estrutura

A educação em Suzano enfrenta problemas conjunturais: a necessidade de valorização dos profissionais de educação; a qualidade do ambiente e das relações de trabalho; e a ampliação de acesso ao sistema.

Para resolver estas questões, é possível, via ações de governo no âmbito municipal para o ensino fundamental, e no âmbito estadual para o ensino médio, construir um conjunto de ações que possam em médio prazo mudar esta realidade.

Em Suzano desde Janeiro de 2005 medidas importantes estão sendo implementadas e avanços importantes podem, já, serem observados.

A implementação da gestão democrática, criação do PAP - Programa de Acesso e Permanência de Crianças na Escola e a formalização dos concursos públicos para os profissionais de educação são os principais.

Na gestão democrática, uma das ações de maior impacto e de maior dificuldade de consolidação, permitiu que todas as escolas da rede passassem a ter  o mesmo grau de importância e de tratamento pelo governo popular. Antes, algumas escolas da área central tinham tratamento privilegiado. Neste âmbito foi criado o conselho gestor das unidades de educação e a conta escola. Amadurecer estas políticas continua sendo um grande desafio.

O Programa de Acesso e Permanência, até por sua maior objetividade e delimitação, possui maior possibilidade de ser apreendido pela comunidade, pela administração pública e pelos profissionais de educação. Seu sucesso e seus frutos são percepitíveis e inquestionáveis quanto a materialidade ampliada para que as crianças possam acessar e permanecer no sistema público de ensino.

Quanto ao concurso público para os profissionais de educação, ação propedeutica para a implantação do programa de valorização dos profissionais da área, também, avanços indiscutíveis é possível verificar. O próprio estado de greve, efeito colateral e necessário nas relações capital trabalho, só foi possível por conta desta etapa ter sido vencida pelo governo popular em nossa cidade.

Dados estes passos, entramos agora em uma nova etapa. O processo de construção coletiva do Estatuto Geral do Servidor, dos Profissionais de Educação e dos Servidores da Defesa Social, junto com o plano de cargos e salários, entrará a partir de 30 de abril em sua etapa junto ao poder legislativo. Dados aos cuidados tomados, tanto técnico, jurídico, financeiro e político, os projetos, se não receberem contaminação por alguns setores irresponssáveis ligados à mesa diretora da câmara municipal, poderão ter sua tramitação extremamente agilizada. E já neste mês de maio seria possível ser promulgado pelo Sr Prefeito Muncipal.

Porém nosso trabalho está longe de terminar. Com o Plano de Valorização do Servidor e Servidora conquistado pela categoria e pelo município, criamos uma ferramenta poderosa para interferir na conjuntura do sistema. Porém questões de ordem estrutural continuarão a pressionar as relações ensino aprendizado na dimensão direito x trabalho x capital.

A primeira delas que pude detectar de modo prático na operação política do governo tem a ver com a configuração dos problemas na sala de aula, e da escola x comunidade.

Me chamou atenção ao verificar, em loco, que não se trata apenas de enfrentar as dificuldades através da formulação e aperfeiçoamento de um projeto político pedagógico para as escolas.

Percebi que trata-se de questões mais profundas de carácter sociológico e epstemológico. Principalmente no âmbito de boa parte dos docentes menos experientes.Teremos que investir bastante na formação destes. Sua visão sobre a história da cidade e da região onde trabalham. Seu entendimento profissional sobre as categorias que envolvem a construção política da cidade a partir das políticas públicas de educação são extremamente limitadas e beiram a bestialidade. O fato de passarem pelo concurso público não garante, ainda, o necessário atendimento e a exigida qualidade, tanto por parte da comunidade, como pelo governo.

O próprio modo como se expressam neste blog(click aqui). A banalidade com que tratam assuntos tão caros para a transformação política da cidade. A falta de pressupostos mínimos do diagnóstico. A pouca visão das causas que impactam a conquista de direitos a partir da ação de um governo e da operação da política pública, sem falar na pobreza do uso da língua e da escrita, denunciam claramente que precisam de muita ajuda, capacitação, treinamento, gestão e comando.

Estas dificuldades tem origem no próprio sistema, que com todos seus avanços, desafios graves oriundos dos bancos universitários, da formação média e da formação básica obrigam esforços diários.


Nos resta continuarmos "arregaçando as mangas" rumo a consolidação das políticas públicas em nossa cidade, enfrentar os interesses ilegítimos, fortalecer os processos de democracia direta, implementar as novas políticas e salvar alguns potenciais professores de sua própria ignorância. Tenho certeza, e ainda bem que é assim, temos valiosos mestres, que juntos, gestores públicos e profissionais da educação continuarão avançando e enfrentando estes desafios.....

23 de abr de 2010

Governo Popular Apoia Movimento Sindical Verdadeiro

A cidade de Suzano recebe o congresso da AFUSE (Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação de São Paulo).

Pela primeira vez o Complexo Educacional Mirambava recebe um congresso de trabahadores da educação promovido pela sua representação sindical. São dois dias de intensos trabalhos, onde durante todo este período de 23 e 24 de abril, os congressistas enfrentam o debate e intensos estudos sobre os temas pertinentes da categoria.



Diferentemente da representação sindical dos servidores em Suzano, onde debate de formação profissional, intelectual e política nunca se deu na história desta cidade por parte da agremiação sindical. Neste campo o esforço sempre foi de quem realmente se preocupa com os trabalhadore: o governo popular.

Participar deste momento foi um privilégio e marca na história da cidade a prática do bom sindicalismo. A sintonia com a discussão do modelo de cidade promovido pelo Governo Popular de Suzano e pelo avanços que o Brasil precisa com o Governo Lula é uma marca de cada uma das reflexões encaminhadas.

A presença do Deputado Federal João Paulo Cunha, dos Deputados Estaduais Donisete Braga e Jose de Sousa Cândido fortaleceram ainda mais o evento que contou também com a contribuição do Prefeito do Governo Popular Marcelo Cândido, que juntamente com Rosane Bertoti, secretaria nacional de comunicação da CUT, promoveram um dos pontos fortes deste dia 23 no congresso, ao partilharem um debate sobre a conjuntura nacional, estadual e regional.

Para o segundo dia do congresso os temas Gestão Democratica e Relações Sindicais; Violência nas Escolas; Política Educacional e Tercerização; Saúde do Tabalhador ; e Aposentados e e Organização Regional serão os assuntos que nortearnao os estudos.

Luis Inácio & Marcelo Cândido

Luis Inácio da Silva nasceu em Garanhuns, interior de Pernambuco, em 1945. É o sétimo de oito filhos. Aos sete anos de idade, veio com a mãe e os irmãos para o Guarujá/SP numa viagem de 13 dias num “pau de arara”. Fixaram residência num cômodo atrás de um bar na Vila Carioca na cidade de São Paulo.

Foi alfabetizado no grupo escolar Marcílio Dias, começou a trabalhar aos 12 anos em uma tinturaria, foi engraxate e office-boy. Formou-se torneiro mecânico no SENAI e trabalhou na metalúrgica Aliança.

Em São Bernardo do Campo filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos em 1968, foi eleito diretor sindical, eleito presidente em 1975 e reeleito em 1978, foi importante liderança política na restauração da prática de greves.

Na luta pela redemocratização do país, junto a outros sindicalistas, intelectuais, católicos da teologia milita ntes da libertação e artist as, fundaram um partido para representar os interesses da classe trabalhadora, o PT. Foi preso pelo DOPS. Foi Deputado Federal constituinte e chegou à Presidência da República.

Descendente de três gerações de generais, Fernando Henrique Cardoso nasceu no Rio de Janeiro em 1931. Sociólogo, lecionou na USP onde assumiu a cátedra de ciência política. Lecionou no Chile, na França, Inglaterra e nos Estados Unidos.

Foi pesquisador e diretor do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), militou no antigo Movimento Democrático Nacional (MDB) estimulando a aproximação ao Partido Democrata norte-americano. Seu trânsito junto aos militares e à maçonaria, facilitou o diálogo com setores conservadores na transição da ditadura para redemocratização.

No Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), foi senador líder do governo José Sarney, ministro do governo Itamar Franco. Foi presidente da república por dois mandatos.
FHC é um intelectual vaidoso. Lula é uma das maiores lideranças políticas do mundo na atualidade. Serra e Aécio Neves fogem do príncipe da sociologia, a âncora eleitoral.

Por melhorar a vida de milhões de brasileiros/as, o governo Lula conquista índices de aprovação jamais vistos, a aprovação pessoal do presidente é simplesmente impressionante. Com o apoio integral de Lula, Dilma Roussef será a primeira mulher presidente do Brasil. Essa situação deve incomodar muito as elites conservadoras desse país.
Aqui em Suzano o raciocínio é bem parecido. Filho de uma família simples lá do Jardim Revista, um jovem negro implementou políticas públicas e mudou para melhor a vida dos/as suzanenses.

A primeira gestão de Marcelo Candido realizou mais que seu antecessor que administrou a cidade várias vezes influencia seus destinos desde que se elegeu vereador em 1973. Nas eleições de 2008, Marcelo Candido derrotou esse ícone da direita reacionária e conservadora de Suzano e continua governando para uma cidade inteira.

São dois projetos antagônicos que polarizam a política local e permitem comparações na região. Isso deve incomodar muito as elites conservadoras desta cidade a ponto de seus representantes na câmara municipal tentaram incansavelmente desestabilizar um governo aprovado pelo povo.
Ivan Rubens Dario Jr.

20 de abr de 2010

HOJE TAMBÉM É DIA DE ÍNDIO

DIREÇÃO PELEGA TOMA "TROLHA" EM AUDIÊNCIA DO TRT. GOVERNO POPULAR, SERVIDORES(AS) E POPULAÇÃO SAEM FORTALECIDOS.

ata da reunião de conciliação: 

19 DE ABRIL, DIA DE TODOS NÓS....


Das imagens 
tem as que dizem a beleza, 
outras dizem a história, 
outras as esperanças. 
Esta ... tudo aquilo,
e também a ousadia..

UMA CIDADE, UM GOVERNO POPULAR, UM POVO, UMA GREVE


A cidade de Suzano passa por intensas transformações desde janeiro de 2005. Em todas as áreas da política pública, não obstante os avanços que ainda são necessários, aumentou sua presença em serviços, em obras e no fortlecimento da autoestima de sua população. Tudo isso com enfase e com prioridade para a população mais carente.

A estrutura da cidade, assim como é a estrutura do Brasil, trata-se de uma cidade rica, mas que possui um povo empobrecido. O PIB do município é de 6,5 bilhões de reais, porém 48% de nossas famílias percebem uma renda familiar de até dois salários mínimos, destas 23% possuem renda de até 1 salário mínimo.

Nossa cidade a muito tempo carece da implementação de políticas públicas estruturantes, que possam efetivar mudanças além de uma simples conjuntura de governo. Com isto em vista o governo popular estabeleceu parcerias importantes com o governo federal do Presidente Lula e criou: Programa de Saúde da Família (PSF); Programa de Acesso e Permanência de Crianças na Escola (PAP); Programa de Regularização Fundiária; Programa de Segurança Alimentar; Programa de Participação Popular e Programa de fortalecimento e modernização da infraestrutura do município.

Tais programas geraram serviços e obras importantes tais como: restaurante popular, banco de alimentos, uniforme escolar e material escolar para as crianças da rede, Centro de Especialidades Odontológicas, Centro de Atendimento Psicosocial, criação do Teatro Municipal, Construção de Unidades Escolares e o término das escolas de madeira, pavimentação, drenagem e iluminação no Jardim Ikeda; Jardim Leblon; Jardim Planalto; Vila Fátima; Parque Buenos Aires; Jardim Belém; Jardim Itamarcá; Recereio das Palmas; Jardim Nova América; Jardim Caxangá; Jardim Saúde; Ramal São José; Parque Maria Helena Novo; Jardim das Flores; Jardim Europa; Jardim Margareth; Jardim Varam; Jardim Gardênia Azul; Jardim Santa Inês; Jardim Graziela; jardim São Bernardino; Jardim Ferandes; Vila Emilia; Jardim Carmem; Miguel Badra; além do termino das pavimentações do Jardim Santa São José; Vila Urupes; Jardim Maitê entre outros.


Quando o Governo Popular assumiu em janeiro de 2005 haviam apenas duas creches municipais na cidade, hoje são quatorze. Tinhamos apenas duas unidades de saúde no Distrito de Palmeiras, hoje são 7 equipamentos de saúde contando com a UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) da Vila Fátima, conforme decisão do Orçamento Participativo, a Farmacia Popular, a Unidade de Saúde do Jardim Ikeda (reformada), a Nova UBSF no centro de Palmeiras, a UBSF do Jardim do Lago e do Recanto São José, além do PA de Palmeiras que passou a funcionar 24 horas, pois antes na região, se as pessoas precisassem de atendimento de saúde fora do horário de expediente, tinha que se deslocar até o centro da cidade, cerca de 16 km.

Hoje a cidade conta com uma Secretaria de Defesa Social e Prevenção a Violência que antes não existia, possui Secretaria de Meio Ambiente e Secretaria de Participacão Popular de Descentralização. Na estratégia do desenvolvimento econômico e social, temos a Secretaria de Promoção da Cidadania e Inclusão Social junto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho Negócios e Turismo e a Secretaria de Segurança alimentar, Abastecimento, Nutrição e Agricultura.


Com estas estruturas, que somam um orçamento Municipal apenas duas vezes maior que o Orçamento da Câmara Municipal foi possivel implantar o Orçamento Participativo, a Formulação das Câmaras Executivas Populares, o incremento em 250% do número de familias atendidas pelo Programa Bolsa Família do Governo Federal, além desta política ser fortaleceida com a implementaçnao do Proasf (Programa de assistência socio-familiar), com o Banco do Povo que teve um aumento em mais de 800% dos emprestimos concedidos aos micro empreendedor e todo o Programa de Segurança Alimentar.

São extremamente expressivos os índices alcançados pelo Governo Popular no ámbito da política pública. Mas é necessário adentrar nos meandros políticos aos quais a cidade de Suzano está enfrentando e sendo transformada. Pois como falamos, trata-se de uma cidade rica, mas que possui um povo empobrecido. Esta situação não é possível revertê-la somente com dois períodos de Governo Popular. É necessário que o projeto avance. Para tanto as condiçõe políticas para que isto ocorra veem sendo cosolidadas no município. Porém os setores reacionários da cidade, com pequena parte da classe média, recorrentemente é coopitada pelas estratégias daqueles que por mais de trinta anos dominaram esta cidade e querem, a todo custo, voltar ao poder.

Durante todo este período, nunca um governo foi tão atacado por setores da imprensa, pelo mau uso do Poder Legislativo com uma mioria de vereadores (nove no total) que utilizam os recursos do povo (cerca de 18 milhões de reais) apenas para fazer disputa política, altamente desqualificada com o governo popular.

Porém, hoje, mais um adversário do povo entra em cena a serviço dos setores conservadores e reacionários. Trata-se da direção pelega do sindicato dos servidores local, que se põe a serviço da antiga lógica dominadora existente na cidade e busca, através de uma tentativa de greve, eminentemente política, criar uma situação de embaraço para o Poder Executivo, legitimamente eleito e reeleito nas urnas.

Em seu informativo ( Boletim o Servidor) a direção abre o texto afirmando toda a sua incompetência e sua falta de compromisso histórico com a classe trabalhadora pública e com a consciência de classe. Pois esta é a primeira vez, segundo o próprio boletim, que a direção se propõe a comandar uma greve. E olha que governos anteriores sequer pagavam as horas extras feitas pelos funcionários. Foi o Governo Popular que zerou o banco de horas existente. Além de nunca na história desta cidade ter sido promovido concursos públicos para a categoria e 40% da força de trabalho da administraçnao até meados do primeiro mandato do Governo Popular, trabalhava sob contratos emergenciais, subordinados a interesses políticos eleitoreiros.

Somente estes dois aspectos demonstram que a direção sindical se coloca a serviço de uma tentativa de inviabilizar o Governo Popular, e pouco está preocupada com os interesses legítimos da classe dos servidores públicos municipais. Mas podemos ainda lembrar que o todas as reivindicações colocadas na palta de reinvindicação está sendo discutida pelo poder público, e na verdade, foi o sindicato, que covardemente se esquivou da mesa de negociação. E agora, no momento que a proposta está quase pronta, e está extremamente avançada naquilo que é anseio dos trabalhadores, vem o sindicato, querer contubar o processo, trabalhando com informações falsas e argumentos meramente desqualificadores da figura do Prefeito, de seu partido e dos aliados que compõe as forças populares da cidade.

Mas acreditamos na consciência e na capacidade de julgamento dos servidores. Vamos investir na informação aos trabalhadores e trabalhadoras. Vamos combater a desinformação e as mentiras continuando nossa luta.

19 de abr de 2010

Um link que chama a atenção para ser estudado

http://bibliotecamarinas.blogspot.com/?expref=next-blog
http://catir.softwarepublico.gov.br/ 
http://www.debian.org/

Conferência dos Povos em Cochabamba

Mais de 11 mil pessoas participarão de Conferência dos Povos em Cochabamba

Karol Assunção

Na próxima semana, Cochabamba, na Bolívia se transformará no centro das discussões sobre mudança climática. Cerca de 11.500 pessoas de várias partes do mundo lá se reunirão, entre os dias 19 e 22, para participar da Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática e os Direitos da Mãe Terra. Já na tarde de segunda-feira (19), indígenas de diversas regiões realizarão uma Assembleia frente à Mudança Climática e pelo Bom Viver.

Entre as sugestões da Conferência estão a criação de um Tribunal de Justiça Climático - para julgar os países que descumprirem o Protocolo de Kyoto - e a realização de um referendo mundial sobre as estratégias de defesa da Mãe Terra. Além disso, 17 grupos de trabalho realizarão propostas sobre temas como: harmonia com a natureza, direitos da Mãe Terra, povos indígenas, dívida climática, perigos do mercado de carbono, e agricultura e soberania alimentar.

A Conferência acontece num momento muito especial. Se os governos poderosos se negaram a dar sua contribuição durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas, ocorrida em Copenhague, a resposta, agora está vindo, da base, de povos de todos os continentes que participarão ativamente com centenas de atividades durante estes quatro dias de encontro.

Convocada pelo presidente boliviano Evo Morales, o evento leva em consideração a conjunção de forças para reverter o quadro de mudança climática no Planeta, que afetará, sobretudo, as populações mais pobres, "destruindo seus lares, suas fontes de sobrevivência".

Essas pessoas, alerta a convocatória, serão obrigadas a migrar de seus locais de origem, enquanto os responsáveis pelos mais altos níveis de emissões de gases estão nos países ricos e industrializados. Segundo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) e da Organização Internacional paras as Migrações, caso nenhuma atitude concreta seja tomada, a estimativa é que em 2050, pelo menos, 1 bilhão de pessoas poderiam ser obrigadas a migrar.

Criado para definir acordos e metas sobre a redução de emissão de gases de efeito estufa, o protocolo de Kyoto é um dos pontos centrais da Conferência. Com o fracasso da COP 15, a proposta é levar em conta novos compromissos para o protocolo. Estes compromissos englobarão, além da redução de emissões de gases, a dívida climática, transferência tecnológica, adaptação, entre outros.
Assembleia de Indígenas.

Os indígenas são um dos principais povos mais afetados pela mudança do clima promovido pela sociedade industrializada. Para discutir sobre essa situação, na tarde da próxima segunda-feira, haverá, na Universidad del Valle, em Cochabamba, uma Assembleia dos Povos Indígenas frente à Mudança Climática e pelo Bom Viver.

"O aquecimento global é consequência das ações humanas que romperam a relação de harmonia com a Mãe Terra. O mal-estar da Mãe Terra é consequência das práticas ocidentais que romperam com o Bom Viver dos povos indígenas que, por séculos, mantêm uma relação de reciprocidade com a natureza, porque ela dá vida. O futuro do planeta depende da sabedoria ancestral dos povos indígenas que se sintetiza na proposta do Bom Viver", apresenta a convocatória.

Na ocasião, indígenas de diversas regiões trocarão experiências e indicarão estratégias ante a crise climática. Tais propostas, de acordo com comunicado da convocatória assinado pela Coordenadora Andina de Organizações Indígenas (CAOI), serão colocadas em uma Declaração dos Povos e Nacionalidades Indígenas do Abya Yala, a qual será apresentada na Conferência dos Povos, em Cochabamba, e na COP16, que será realizada em novembro, no México.

A Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática e os Direitos da Mãe Terra acontece de segunda a quinta-feira da próxima semana em Cochabamba, Bolívia. Para ampliar a participação da sociedade mundial, a Conferência será transmitida ao vivo pela internet.

Mais informações em: http://cmpcc.org/
Adital, 1/4/2010 – www.adital.com.br

17 de abr de 2010

A forja, o forjar. O morno que se vomita


A língua como ferro
dura, inflexível,
se fria: se esfria, gela.

Forjada no calor do espírito
penetra imutável, transcende
no devir da crítica, do ver e julgar.

No dia e na noite,
no quente no frio
no rural no urbano
no capital no trabalho
no legítimo no ilegítimo.

Na mentira na verdade
Na coragem na covardia
Na Morte na vida
Na política na guerra
Na presença na omissão
Na razão no coração.

Se faz mais forte na terra
Presente na consciência
Formada, violentada
Porém resistente.

Das escolas, dos cursos,
Dos mestres ignorantes,
(Des)comprometidos, egoístas.

Carta a Miguel Reis

Querido Miguel, companheiro da luta.....
                                                                                                          Planeta Terra, 16 de abril de 2010

Tenho pensado muito neste últimos tempos à luz da experiência intensa de nosso esforço junto, e ao mesmo tempo parte, do Governo Popular. Não poderia ser diferente.

Dos aprendizados em andamento, eternos por sua natureza, mas na ousadia de ente que julga, dotado de razão, inundado por sensações e, prisioneiro as vezes por opção, as vezes não, dos humanos instintos e sentimentos, me proponho a concluir, estabelecer e construir pressupostos.

Das conclusões, imutável é o ensinamento de meu velho e morto pai, que diz: casa que falta pão todo mundo briga e ninguém tem razão; das coisas, a mais feia é brigar por causa de mistura e; amigo é dinheiro “honesto” no bolso. (o grifo de “honesto” é meu).

Tenho partido deste ensinamento e extrapolado julgamentos, análises e critérios para a política.

Quando falamos de orçamento público, penso que a cidade é a casa que falta pão. Imagino que brigar por causa disto é perder a razão. Penso que se de modo honesto, pudermos aplicá-lo, construiremos amigos e superaremos a falta.

Tenho entendimento que ao somar 2 + 2, o resultado das parcelas é a soma. Mas com os mesmos elementos se multiplicarmos 2 * 2, o resultado das parcelas é o produto. Assim que penso quando está envolvido o esforço humano:

O trabalho puro e simples, comandado pelo capitalista que detém o capital é uma mera soma. O trabalho puro e simples inter-relacionado com o capital, comandado pela ação política é produto que se multiplica.

Este fenômeno de capital * trabalho (2 * 2) se dá na identidade do trabalhador com o capital. Isto é possível nas cooperativas, nas associações e principalmente no mundo da construção coletiva do conhecimento ( as universidades).

Foi pensando com estes elementos, e muitos outros que compartilharemos neste processo, fiz aquela pequena interjeição na reunião com o pessoal da Unipiaget.

Não está dada ainda nenhuma proposta revolucionária na relação que se poderá estabelecer no processo de apropriação que a universidade fará junto às mentes de nossos jovens e nossa cidade, e que nossa cidade e nossos jóvens farão com a universidade.

O que me parece axiomático, é que algo novo, num espaço novo, com pessoas novas, mesmo que com experiência velhas, cria as possibilidade de construir um modelo de apropriação cujo centro não seja os créditos, mas o modo de financiar os créditos.

Para avançar, intuitivamente, nesta direção o papel do Governo Popular frente a lógica de mercado sendo jogada com generosa articulação política pode dar frutos que historicamente ficarão marcados.

Grande Abraço.

13 de abr de 2010

Direção pelega do sindicato se torna raivosa. Mente ao Servidor(a). É desmascarada pela história.

Nunca na história desta cidade o sindicato dos servidores local patrocinaram uma greve. Sempre, segundo eles, "negociaram". Chama atenção que governantes anteriores, um deles prefeito por quatro vezes, quando deputado federal votou contra as diretas já, retirou benefícios históricos como o quinquênio e na época da inflação mascarava reajustes que não recuperava o poder de compra dos trabalhadores, principalmente os da base da pirâmide salarial.

A cidade sempre foi governada, majoritariamente por governos de direita e reacionários. Nesta época, sequer pauta de reivindicação, o omisso sindicato foi capaz de construir.

Agora, contra o governo popular se mobiliza em greve. Chama de greve geral a paralização parcial da Educação e promove movimento na cidade sem conteúdo político e sem objetivos reivindicatórios da categoria, que já não estejam sendo atendidos pelo governo popular.

A mudança do regime jurídico, a construção do estatuto do servidor, o estatuto dos servidores da educação, o estatuto da guarda civil municipal, o plano de carreiras, reivindicações históricas da categoria estão sendo finalizados pelo governo popular a partir de debates promovidos com representantes da categoria e serão entregues para aprovação final ainda este mês. Foram quase um ano e meio de trabalho árduo.

Porém o direção pelega do sindicato, agora raivosa, na fase final da construção do programa de valorização do servidor, de modo muito estranho, retirou-se do processo e, a serviço de forças que sempre governaram esta cidade no passado, fazem manifestação contra o Governo Popular, ofende o prefeito e militantes do governo popular. Mentem aos funcionários públicos e tentam criar um clima para dificultar os avanços que serão alcançados pela categoria.

Mas ninguém, mentindo o tempo todo irá conseguir manter-se incólume. O atual presidente do sindicato, que agora se expõe, e isto é bom para todos, está a frente da agremiação sindical desde o início da década de noventa do século passado. Sempre foi "articulador" dos interesses da classe, que sequer tinha concurso público. Agora que o governo popular avança na implementação de políticas estruturantes para o Servidor(a), sabem que uma direção sindical omissa historicamente está com os dias contados.

Os servidores a partir de agora possuem maior possibilidade de terem representantes sindicais que efetivamente tenham consciência de classe e que não se coloquem à serviço do poder reacionário da cidade.

12 de abr de 2010

Sindicato com direção PELEGA

A cidade de Suzano passa por intensas transformações desde janeiro de 2005. Em todas as áreas da política pública, não obstante os avanços que ainda são necessários, aumentou sua presença em serviços, em obras e no fortlecimento da autoestima de sua população. Tudo isso com enfase e com prioridade para a população mais carente.


A estrutura da cidade, assim como é a estrutura do Brasil, trata-se de uma cidade rica, mas que possui um povo empobrecido. O PIB do município é de 6,5 bilhões de reais, porém 48% de nossas famílias percebem uma renda familiar de até dois salários mínimos, destas 23% possuem renda de até 1 salário mínimo.

Nossa cidade a muito tempo carece da implementação de políticas públicas estruturantes, que possam efetivar mudanças além de uma simples conjuntura de governo. Com isto em vista o governo popular estabeleceu parcerias importantes com o governo federal do Presidente Lula e criou: Programa de Saúde da Família (PSF); Programa de Acesso e Permanência de Crianças na Escola (PAP); Programa de Regularização Fundiária; Programa de Segurança Alimentar; Programa de Participação Popular e Programa de fortalecimento e modernização da infraestrutura do município.

Tais programas geraram serviços e obras importantes tais como: restaurante popular, banco de alimentos, uniforme escolar e material escolar para as crianças da rede, Centro de Especialidades Odontológicas, Centro de Atendimento Psicosocial, criação do Teatro Municipal, Construção de Unidades Escolares e o término das escolas de madeira, pavimentação, drenagem e iluminação no Jardim Ikeda; Jardim Leblon; Jardim Planalto; Vila Fátima; Parque Buenos Aires; Jardim Belém; Jardim Itamarcá; Recereio das Palmas; Jardim Nova América; Jardim Caxangá; Jardim Saúde; Ramal São José; Parque Maria Helena Novo; Jardim das Flores; Jardim Europa; Jardim Margareth; Jardim Varam; Jardim Gardênia Azul; Jardim Santa Inês; Jardim Graziela; jardim São Bernardino; Jardim Ferandes; Vila Emilia; Jardim Carmem; Miguel Badra; além do termino das pavimentações do Jardim Santa São José; Vila Urupes; Jardim Maitê entre outros.


Quando o Governo Popular assumiu em janeiro de 2005 haviam apenas duas creches municipais na cidade, hoje são quatorze. Tinhamos apenas duas unidades de saúde no Distrito de Palmeiras, hoje são 7 equipamentos de saúde contando com a UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) da Vila Fátima, conforme decisão do Orçamento Participativo, a Farmacia Popular, a Unidade de Saúde do Jardim Ikeda (reformada), a Nova UBSF no centro de Palmeiras, a UBSF do Jardim do Lago e do Recanto São José, além do PA de Palmeiras que passou a funcionar 24 horas, pois antes na região, se as pessoas precisassem de atendimento de saúde fora do horário de expediente, tinha que se deslocar até o centro da cidade, cerca de 16 km.

Hoje a cidade conta com uma Secretaria de Defesa Social e Prevenção a Violência que antes não existia, possui Secretaria de Meio Ambiente e Secretaria de Participacão Popular de Descentralização. Na estratégia do desenvolvimento econômico e social, temos a Secretaria de Promoção da Cidadania e Inclusão Social junto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho Negócios e Turismo e a Secretaria de Segurança alimentar, Abastecimento, Nutrição e Agricultura.


Com estas estruturas, que somam um orçamento Municipal apenas duas vezes maior que o Orçamento da Câmara Municipal foi possivel implantar o Orçamento Participativo, a Formulação das Câmaras Executivas Populares, o incremento em 250% do número de familias atendidas pelo Programa Bolsa Família do Governo Federal, além desta política ser fortaleceida com a implementaçnao do Proasf (Programa de assistência socio-familiar), com o Banco do Povo que teve um aumento em mais de 800% dos emprestimos concedidos aos micro empreendedor e todo o Programa de Segurança Alimentar.

São extremamente expressivos os índices alcançados pelo Governo Popular no ámbito da política pública. Mas é necessário adentrar nos meandros políticos aos quais a cidade de Suzano está enfrentando e sendo transformada. Pois como falamos, trata-se de uma cidade rica, mas que possui um povo empobrecido. Esta situação não é possível revertê-la somente com dois períodos de Governo Popular. É necessário que o projeto avance. Para tanto as condiçõe políticas para que isto ocorra veem sendo cosolidadas no município. Porém os setores reacionários da cidade, com pequena parte da classe média, recorrentemente é coopitada pelas estratégias daqueles que por mais de trinta anos dominaram esta cidade e querem, a todo custo, voltar ao poder.

Durante todo este período, nunca um governo foi tão atacado por setores da imprensa, pelo mau uso do Poder Legislativo com uma mioria de vereadores (nove no total) que utilizam os recursos do povo (cerca de 18 milhões de reais) apenas para fazer disputa política, altamente desqualificada com o governo popular.

Porém, hoje, mais um adversário do povo entra em cena a serviço dos setores conservadores e reacionários. Trata-se da direção pelega do sindicato dos servidores local, que se põe a serviço da antiga lógica dominadora existente na cidade e busca, através de uma tentativa de greve, eminentemente política, criar uma situação de embaraço para o Poder Executivo, legitimamente eleito e reeleito nas urnas.

Em seu informativo ( Boletim o Servidor) a direção abre o texto afirmando toda a sua incompetência e sua falta de compromisso histórico com a classe trabalhadora pública e com a consciência de classe. Pois esta é a primeira vez, segundo o próprio boletim, que a direção se propõe a comandar uma greve. E olha que governos anteriores sequer pagavam as horas extras feitas pelos funcionários. Foi o Governo Popular que zerou o banco de horas existente. Além de nunca na história desta cidade ter sido promovido concursos públicos para a categoria e 40% da força de trabalho da administraçnao até meados do primeiro mandato do Governo Popular, trabalhava sob contratos emergenciais, subordinados a interesses políticos eleitoreiros.

Somente estes dois aspectos demonstram que a direção sindical se coloca a serviço de uma tentativa de inviabilizar o Governo Popular, e pouco está preocupada com os interesses legítimos da classe dos servidores públicos municipais. Mas podemos ainda lembrar que o todas as reivindicações colocadas na palta de reinvindicação está sendo discutida pelo poder público, e na verdade, foi o sindicato, que covardemente se esquivou da mesa de negociação. E agora, no momento que a proposta está quase pronta, e está extremamente avançada naquilo que é anseio dos trabalhadores, vem o sindicato, querer contubar o processo, trabalhando com informações falsas e argumentos meramente desqualificadores da figura do Prefeito, de seu partido e dos aliados que compõe as forças populares da cidade.

Mas acreditamos na consciência e na capacidade de julgamento dos servidores. Vamos investir na informação aos trabalhadores e trabalhadoras. Vamos combater a desinformação e as mentiras continuando nossa luta.

8 de abr de 2010

Diário do Alto Tietê vira caso de POLÍCIA

Passa a fazer parte, mais uma vez, da história policial da cidade a ação jornalística do "Jornalzinho" Diário Alto Tietê. Acabo de vir da delegacia onde prestei depoimento sobre o inquérito policial instalado a pedido do próprio DAT.

O objetivo do inquérito é apurar os motivos pelos quais o Blog PPP.Plebeu "Tributo à Irreverência" emitiu a matéria "Entre a lama e a Extorsão" sobre as iverdades e as ações de "mal" jornalismo desenvolvidas pelo veículo denominado DAT.

É uma pena que tão nobre arte - O Jornalismo - seja tratado desta maneira, por esta empresa de comunicação, e ela própria tentar inibir a liberdade de expressão exercitada aqui neste espaço.

3 de abr de 2010

Skate & BMX - Organização em Suzano - Juventude: Caminho Aberto

A juventude praticante de Skate e BMX, de Suzano, organiza-se em uma associação. O objetivo é fortalecer a capacidade de organização dos jóvens na cidade. O primeiro passo, além da criação jurídica da associação que na prática já é uma realidade, será a participação, junto com o Governo Popular da Cidade, na construção da política de uso dos equipamentos existentes para a prática de Skate e BMX.

A iniciativa da criação da associação nasceu de diálogo de um grupo de jóvens com o Secretário de Participação Popular e Descentralização, Rosenil Barros Orfão, que através do Governo Popular vem dando todo o apoio para fortalecer o ânimo da galera e incentivando a caminhada desta moçada. Após a criação do informativo para contribuir na divulgação da idéia, foi estabelecida a reunião em 02abril2010 que contou com a participação de Arthur Herculano, da Comissão Nacional de Mobilização para a III Conferência Nacional do Esporte do Ministério do Esporte do Governo Federal.

Participaram também do evento a moçada da UJS, da UPES, da UMES e da JPT, além do Secretário e do Mandato do Vereador Luis Reis (PPS).

Ficou marcado para 24 de abril as 17h o próximo encontro da galera para continuar organizando a associação. Também ficou pactuado  a participação do pessoal na conferência de esporte que vai ocorrer em 16 de abril próximo.



Abraço a todos.

2 de abr de 2010

Da extorsão à "tentativa de roubo à mão armada"

O patrimônio de uma cidade se dá pela somatoria de todas as suas riquezas: materiais e imateriais. A cidade de Suzano possui um conjunto de qualidades singulares que desperta em todos nós um grande conjunto de sentimentos e de atitudes que permitem, que a cada dia, nos sintamos cada vez mais comprometidos com sua construção e sua evolução.

Como toda comunidade, possui também suas deficiências e dificuldades, sabemos que possui contradições imensas, não é nada perfeita. Somos assim!
Mas neste seu aniversário, 61 anos, temos muitas coisas boas para lembrar e relatar. Se perguntarmos para cada suzanensses se ele, ou ela, gosta de morar em sua cidade temos a sifra impressionante de 96% de pessoas que gostam de viver e trabalhar aqui.

Façam o teste se quiserem confirmar. Estes dados obtive de estudos que desenvolvemos sobre todas as relações que necessitamos tratar no processo de construção do Governo Popular em sintonia com a necessária luta política em busca da transformação social e na construção de justiça.

Teríamos aqui muitos pontos importantes e positivos para relatar e lembrar: principalmente a partir do novo tempo que a cidade vive com sua nova experiência de modelo de governo que ocorre dede 2005, conseguindo ampliar e aprofundar a abrangência das políticas públicas na vida das famílias de nossa cidade.
Para citar apenas alguns podemos lembrar: o plano de regularizaçnao fundiária onde mais de 2000 famílias receberam título de posse e o mapeamento de área de risco, que permitiu que passassemos sem nenhuma perda de vidas nestas graves enchentes; o programa de saúde voltados para as famílias de baixa renda e a integração da Santa Casa ao sistema SUS, além da implantação do SAMU, do Centro de especialidades, do CAPS, da farmácia popular entre outros.



Na área de infraestrutura, em janeiro de 2005 apenas 35% das ruas do município possuiam pavimentação e drenagem. Ao final de 2008 este indíce chegou a 61%, um crescimento de 26% em quatro anos. E o plano de pavimentação continua sendo ampliado para o Jardim das Flores, Jardim Itamaracá, Recreio das Palmas e nos corredores de onibus.

Na educação a cidade recebe grande prestígio, inclusive internacional, pois além da ampliação das famílias que possuem filhos na rede municipal, a cidade recebe uma univeridade internacional e um centro de tecnologia federal gratuito para nossa juventude.

No campo da condução política da cidade, processos de participação popular foram implantados e estão sendo consolidados, permitindo que amplos setores da cidade possam participar da vida política da cidade, que antes ficava apenas nas mãos de alguns poucos que faziam e desfaziam das riquezas do município.

Para se ter uma ideia do significado desta ampla abertura, basta analisar as relações de riqueza e pobreza existentes aqui. Não são todos que sabem, mas o PIB (Produto Interno Bruto) de nossa cidade está na casa de 6,5 bilhões de reais. Porém o orçamento público (dados de 2009) é de 350 milhões de reais. Ou seja 5% de toda a riqueza.

Por outro lado, 23% das familias de nossa cidade possuem renda famíliar de até um salário mínimo (R$ 510,00). E 25% de nossas famílias possuem renda de até dois salários mínimos. Isto significa que 48% de nossas famílias (cerca de 142.080 pessoas) vivem em situação de vulnerabilidade econômica, podendo chegar a vulnerabilidade social, conforme for a relação comunitária que a família constrói em relação a sua espiritualidade e em suas ligações familiares e comunitárias.

Estes dados demonstram que a nossa cidade é rica porém nosso povo é pobre. As causas desta pobreza, ao que nos compete enquanto gestores públicos, é mudar o modelo de gestão e garantir a inversão de prioridades no uso e no investimento do dinheiro público.

Quando o Governo Popular estabelece, por exemplo, o Programa de Acesso e Permnência de Crianças na Escola, garantindo o uniforme escolar, a alimentaçnao escolar e o material escolar, está agindo diretamente neste conjunto de famílias que, apesar de no pasado poderem acessar o sistema público de ensino, muitas delas não conseguiam, por vulnerabilidade econômica, permanecerem no sistema.

Atitudes como esta possuem impactos profundos, que terão sua percepção maior nas relações econômicas e socias locais em quatro ou cinco anos. Caso ações como estas tivessem sido tamadas a 10 ou 20 anos atrás e mantidas, com certeza os índices sociais poderiam ser muito melhor do que são.

Mas não compete somente ao poder público, com o correto uso dos recursos, mudar esta realidade.  Outros atores importantes contribuem de modo significativo para a equação dos índices injustos aos quais nossa cidade esteve, anos a fio, submetidos. O principal deles é a criação de um ambiente profícuo de acesso à direitos por todos e todas.

O povo de Suzano não precisa de "queba galho" ou "favorzinho". Trata-se de um povo trabalhador que constrói seu futuro com o trabalho de suas próprias mãos. Necessita sim, ter seus direitos respeitados e ter um ambiente que permita sua mobilidade social. Pois "direito não se pede, se conquista. Se arranca, não se medinga".

Todavia há alguns, travestidos de imprensa regional, a servico do poder reacionário que sempre dominou nossa cidade, querendo surrupiar o maior patrimônio que a cidade possui. Mas não vão conseguir. Pois o povo não é bobo.

Falo aqui mais especificamente, do jornalzinho "Diário do Alto Tietê", que em pleno aniversário da cidade usa toda sua primeira página para difamar a cidade, contar meias verdades e tentar vender uma imagem la fora que a cidade não possui. Querem com isto, utilizando-se da nobre prerrogativa da imprensa - a boa imprensa que com as armas da palavra anunciam e denunciam, através da valiosa ação jornalistica, de noticiar - laçam mão desta arma para tentar assaltar um dos patrimônios mais importantes que a cidade possui: seu orgulho e seu grande protagonismo em construir seu próprio futuro.

Como falamos a cidade de Suzano é rica, possui um povo pobre, mas também, seu Governo Popular é pobre (pois convenhamos, 5% do PIB para cuidar de 296 mil pessoas, sendo 148 mil em linha de pobreza, é bem pouco razoável). Porém durante muitos anos teve governantes que ficaram milionários. Uma cidade pobre com governantes milionários é uma contradição que não podemos permitir que volte a acontecer.

Neste sentido faço este debate aqui. Para deixar claro nossa indignação com a irresponsabilidade de alguns, que a luz do dia querem tomar de assalto nosso bem mais precioso, que é nossa honra e nosso compromisso com o bem comum. Temos fé e entendimento que através do debate é possível definir a verdade e construir coletivamente um real entendimento sobre nossa realidade.

Nossos principais problemas possuem origem e causas que estão sendo combatidas, naquilo que é papel do poder público, com competência, seriedade, compromisso e capacidade de gestão. Esta cidade, a partir de janeiro de 2005, está sendo colocada nos eixos. Possui Governo Popular, com uma política que inverte o próprio papel da política, que tantos anos nestas terras de Mirambava teve guarida.

Tenho a convicção que estamos no caminho correto, aprendemos com nossos erros, radicalizamos em nossas utopias, na busca de uma cidade para todos, e no combate àqueles que servem de "lambe botas" para um poder reacionário que sempre se locupletou daquilo, que por direito, é de nossa população.



Abraço a todos.